MÍDIA CORPORATIVA “DEIXA ESCAPAR” QUEM REALMENTE DECIDE SOBRE AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS: ESTEVES E SEUS PARÇAS RENTISTAS TEM CONTROLE TOTAL SOBRE O PROCESSO ELETRÔNICO ELEITORAL
Somente os crédulos na “ilibada” democracia brasileira podem realmente crer que o voto popular decidirá o resultado da eleição presidencial de outubro. E desgraçadamente também estamos falando neste “bojo dos crédulos”, sobre as correntes que se dizem “revolucionárias”, inclusive algumas que estão chamando “voto nulo”. Estes crentes, logicamente acreditam em tudo que diz respeito a farsa eleitoral, como as pesquisas dos supostos “institutos”, a “confiabilidade” nas urnas eletrônicas e por fim até na “honorabilidade” dos Superiores Juízes Eleitorais, que controlam em Brasília todo o processo de totalização dos votos coletados nos estados. Porém foi a própria mídia corporativa que deixou “vazar” quem são os verdadeiros definidores do destino eleitoral brasileiro: Os grandes rentistas, nacionais e internacionais, que manipulam todas as instituições do Estado capital, segundo seus interesses estratégicos de dominação de classe. Um destes rentistas tupiniquins, André Esteves, dono do banco BTG e também do “instituto de pesquisa” BTG/ Sensus, que tem como “funcionários” bem remunerados, os Ministros do STF/TSE, declarou que: “A batalha econômica está mais fácil. A batalha institucional é que eu acho que é todo mundo que está aqui nesse debate, é a guerra que a gente não pode perder”. A chamada “batalha institucional”, da qual se refere Esteves, é exatamente o controle das instituições estatais, o que inclui o STF/TSE e consequentemente os resultados moldados aos seus interesses econômicos. Segundo o banqueiro: “A eleição está 51% a 49%, só não sabemos para quem, isso é o que menos interessa”… logicamente porque as duas candidaturas do sistema representam o mesmo conteúdo!
Os “ingénuos úteis” que se fiam pelas pesquisas para traçar suas estratégias eleitorais, não se restringem aos pequeninos partidos de aluguel, englobam a chamada “esquerda socialista”, como o PCO, PCB, e o PSTU. O candidato a presidente deste ultimo, Hertz Dias, chegou ao ridículo de afirmar que: “Segundo as pesquisas, estava empatado com as candidaturas de Renan, Romeu e Caiado”. Obviamente que o PT sabe muito bem que as pesquisas são absolutamente falsas e fazem parte integrante da fraude eleitoral, até porque é um dos pagantes destes tais “institutos”, que na essência são empresas subsidiárias de grandes corporações financeiras capitalistas. Entretanto é importante ressaltar que apesar de manipuladas, a estridente divulgação midiática destas pesquisas eleitorais acabam exercendo um papel indutor na preferência popular.
O rentismo na atual etapa de crescimento das forças produtivas exerce um protagonismo hegemônico no capitalismo, fundamentalmente na sobrevalorização das mercadorias (naturais ou industrializadas), que lançadas no mercado financeiro e bursátil acabam potencializando seu valor a níveis muito acima do trabalho humano empregado na sua fabricação. Partindo desta gênese, a internacionalização do mercado financeiro em poucos e gigantescos fundos de investimento, gerou a necessidade de também constituírem um governo global, por cima dos Estados nacionais e com um único “conselho diretivo” (composto pelas principais corporações econômicas), que “empossa” os gerentes estatais das várias nações do planeta, inclusive as imperialistas.
É nesta dinâmica capitalista mundial que o Brasil se encontra, com um gerente central de turno “nomeado”, de “esquerda, direita ou centro”, isso pouco importa para o rentismo global, já que todas estas opções políticas são parte do staff da Governança Global do Capital Financeiro. Para subordinar os Estados Nacionais desde Davos no Clube de Bilderberg, basta controlar suas instituições republicanas: parlamento, justiça, forças armadas e governo central.
Desta forma a democracia formal, clássica burguesa ou tutelada por regimes autoritários, passa a ser apenas uma operação de instaurar a farsa eleitoral, para formalizar o “rito ilusório” da soberania popular como única fonte de poder. A eletrônica quântica e a “IA”, se encarregam da fase mais fácil: A fraude em si mesma, pura e sem mistura e assinada por todos os agentes políticos e institucionais das nações planetárias, com raríssimas exceções, como Coreia do Norte e Cuba.
