SEQUESTRO DE MADURO NO INTERIOR DE UMA FORTALEZA MILITAR NÃO FOI SOMENTE UM “ÊXITO” DA FORÇA DELTA IANQUE: CONTOU COM A COLABORAÇÃO DIRETA DOS GENERAIS QUE COMANDAVAM O FORTE TIUANA EM CARACAS. REGIME CHAVISTA TENTA OCULTAR A INFILTRAÇÃO E SUBORNO EM SETORES DA CÚPULA MILITAR BOLIVARIANA
Localizado ao sul de Caracas, o complexo militar é considerado o maior do país. Construído na encosta de uma montanha, o Forte Tiuna concentra instalações militares estratégicas, áreas fortificadas e um sistema de estradas internas que circunda todo o perímetro. Mesmo que tivesse com seus sistemas de defesa aérea desativados por interferência eletrônica do Pentágono, seria impossível não identificar a chegada de helicópteros norte-americanos que voam a menos 500 metros do solo. E se estas aeronaves (helicópteros Blackhawk) conseguissem aterrizar na base militar, com no máximo 100 agentes de segurança, seriam recebidas a tiros de bazuca (podem destruir até tanques blindados) e artilharia móvel pesada por cerca de mais de 5 mil soldados albergados de plantão máximo na principal base militar venezuelana.
Portanto a cena da “Operação Rambo” descrita pelas autoridades do governo venezuelano e jornalistas simpáticos ao regime nacionalista burguês Chavista não corresponde à verdade dos fatos. Os generais que comandavam o Forte Tiuana, assim como os militares de sua segurança pessoal, que não estavam “cegos” como os radares, entregaram Maduro nas mãos da CIA e muito provavelmente evacuaram o presidente do país em um avião das próprias forças armadas bolivarianas, para que não sofressem interceptação dos modernos caças Sukhoi-30 até a chegada ao litoral, onde já estavam estacionadas embarcações ianques.
Portanto fica evidente para qualquer cidadão que tenha mínimas noções de segurança militar, que Trump conseguiu seu grande triunfo político ao sequestrar o “número 1” do regime Chavista, por conta da “colaboração” de altos comandantes militares venezuelanos, corrompidos pelo poder do capital financeiro. A cúpula do governo interino, encabeçado por Delcy Rodriguez, tenta “abafar” a rachadura na hierarquia militar chavista, que embora não tenha alcançando a “primeira linha” do regime, contaminou bastante o “segundo piso” do comando militar.
Porém o mais preocupante, principalmente para as massas e milícias armadas chavistas que saíram massivamente às ruas da Venezuela neste domingo para demonstrar apoio incondicional ao regime nacionalista burguês, que mantém sua estrutura de poder institucional preservada, foi o pronunciamento da presidente Delcy, pregando “uma agenda de colaboração com os EUA”.
Os Marxistas Leninistas que estão incondicionalmente no campo militar do Chavismo contra a ofensiva imperialista ianque, mantendo total independência política, rechaçam categoricamente qualquer “iniciativa diplomática” de aproximação do governo Bolivariano com os chacais da Casa Branca, sob o pretexto de “defesa da paz”. Exigimos a libertação imediata do legítimo presidente Nicolas Maduro, convocando o proletariado mundial a cerrar fileiras em apoio ao povo venezuelano.
