ISRAEL CHAMA A DERRUBADA DO REGIME IRANIANO: A RESISTÊNCIA PALESTINA RESPONDEU COM O APOIO AOS AIATOLÁS DIANTE DA OFENSIVA SIONISTA
Tel Aviv, que no ano passado “recebeu” os mísseis de Teerã durante 12 dias, após um ataque militar de Israel , também está aproveitando a oportunidade para explorar os reacionários protestos a favor de seu enclave terrorista. No final de dezembro, o genocida Netanyahu visitou os Estados Unidos e, segundo a NBC News, informou o presidente norte-americano, Donald Trump sobre opções para um novo ataque contra o Irã, citando sua preocupação com o programa de mísseis iraniano. Também discutiram impulsionar a oposição monárquica, derrubada com a revolução islâmica em 79, contra o regime nacionalista burguês dos Aiatolás.
Enquanto isso, após o ataque dos EUA à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, o líder sionista israelense, Yair Lapid, provocou o governo iraniano, afirmando que: "Prestasse muita atenção ao que está acontecendo na Venezuela", o que foi interpretado como uma ameaça do enclave terrorista.
Por sua vez, o Ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, publicou uma foto na mídia corporativa sionista, do Aiatolá Ali Khamenei, acompanhada da mensagem em persa: "O povo iraniano merece uma vida livre, longe de um ditador assassino”.
No campo da luta anti- imperialista, a Resistência Armada Palestina, através da direção política do Hamas, já se posicionou corretamente no terreno militar do regime iraniano, entendendo que sua derrota serve aos interesses do enclave sionista de Israel. Em uma declaração pública a Resistência Palestina afirmou: “O eixo EUA-Israel deseja que isso aconteça, a queda violenta do governo iraniano. O estabelecimento de um regime pró-EUA no Irã fortaleceria ainda mais seu domínio na região”.
