MAIOR BANCA DE APOSTAS NO BRASIL É DO GOVERNO LULA COM A MEGA-SENA, LOTOFÁCIL, QUINA…: ACABAR COM AS BETS FOI UMA FARSA PARA LIQUIDAR A CONCORRÊNCIA…
A decisão do governo Lula de acabar com as Bets e os jogos como “Tigrinho” que seu governo tinha “regulamentado” há dois anos, na verdade foi uma farsa para acabar com a concorrência à maior banca de apostas do Brasil que é gerenciada pela própria Caixa Econômica Federal com “jogos de azar” tipo Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania…
para assegurar a reserva de mercado e arrecadação por parte da CEF e do Tesouro Nacional com o monopólio estatal. O governo Lula, além de fazer demagogia eleitoral, dessa forma elimina a concorrência direta dos jogos digitais e direciona o público apostador de volta aos produtos exclusivos da Caixa sem se preocupar nesse caso com a saúde dos apostadores, muito menos com o rombo financeiro provocado nas contas das famílias. As bets exploravam legalmente apostas online no Brasil pelas mãos do próprio Lula. Agora com a MP às vésperas da eleição, além dos jogos da CEF, a medida demagógica passa esse público gigantesco de 30 milhões de apostadores para as mãos de milhares de sites “ilegais”!
A arrecadação das Loterias CAIXA registrou cerca de R$ 11,6 bilhões no primeiro semestre de 2025, apresentando uma retração em relação ao mesmo período do ano anterior, em meio ao avanço das apostas esportivas regulamentadas por Lula como Bets e jogos "Tiger". A oscilação na receita das loterias tem sido atribuída pela CAIXA a fatores como o menor número de prêmios acumulados em determinados períodos e a competição com o mercado digital de apostas.
Por essa razão e não por "preocupação social" Lula entrou em cena às vesperas do primeiro turno para proibir as Bets, tendo o apoio da intelectualidade Lulopetista que clama por "padrões morais" para as apostas.
O fundamental para entender a decisão de Lula foi criar um "fato político" diante da crise de sua candidatura que desse legitmidade as pesquisas fraudadas que mostram que ele vence o represetante do Bolsonarismo, mesmo esse cenário montado midiatícamente não tendo correspondência na realidade concreta.
