HAMAS DENUNCIOU AS PRISÕES ISRAELENSES COMO “CAMPOS DE EXTERMÍNIO”: É NECESSÁRIO A DESTRUIÇÃO VIOLENTA DESTE ENCLAVE SIONISTA!
O Movimento de Resistência Armada (Hamas) acusou, na última quinta-feira (27/11), o governo sionista de Israel de ter matado mais de 90 prisioneiros palestinos desde o início de 2023. A organização guerrilheira palestina afirmou, em um comunicado à imprensa, que pelo menos 94 detentos morreram em prisões israelenses, segundo dados de diversas organizações de direitos humanos do próprio enclave judeu.
Esse número demonstra a abordagem criminosa que transformou esses centros carcerários em campos de extermínio para liquidar nosso povo, afirmou o Hamas. O Hamas denunciou “As violações desumanas às quais nossos bravos prisioneiros são submetidos”, conforme evidenciado por relatos de testemunhas oculares e relatórios confiáveis de ONGs.
Entre os abusos citados estão espancamentos severos, queimaduras com água fervente, ataques de cães e agressão sexual. Tais práticas constituem crimes de guerra flagrantes, de acordo com as disposições do direito internacional humanitário, e revelam a natureza sangrenta do regime terrorista israelense, que emprega um sistema de tortura e abuso, criticou o comunicado. O Hamas também questionou o silêncio da chamada comunidade internacional “em relação a esse nível de tortura brutal e à impunidade dos chefes sionistas daquele enclave”
Há dez dias, a própria ONG israelense Médicos pelos Direitos Humanos revelou a morte de pelo menos 98 palestinos em centros de detenção naquele país do Levante. Até o momento, organizações palestinas envolvidas com a questão registraram 81 mortes desde outubro de 2023.
Os novos dados confirmam “os crimes sistemáticos do governo criminoso de Benjamin Netanyahu contra nossos compatriotas”, denunciou Abdullah Al-Zaghari, diretor do Clube dos Prisioneiros, após a divulgação dos números.
Em seu relatório, a organização Médicos pelos Direitos Humanos afirmou que seus dados foram obtidos por meio de pedidos de acesso à informação, documentos forenses e depoimentos de detentos libertados, advogados, familiares e testemunhas. O documento alertava que as informações oficiais israelenses sobre o assunto são fragmentadas e limitadas e, portanto, considerava que o número de mortos é muito maior, pois o governo sionista não fornece pistas sobre o paradeiro de centenas de habitantes de Gaza presos.
O documento classificou essa situação como “uma forma de desaparecimento forçado em massa” e descreveu uma série de violações como parte de uma política de “tortura sistemática”. Entre essas violações, citava “espancamentos, chutes e choques elétricos repetidos, o uso prolongado de algemas e a privação deliberada de sono”.
