sábado, 28 de fevereiro de 2026

DUZENTOS MILITARES ALIADOS DOS EUA FORAM MORTOS OU FERIDOS PELOS MÍSSEIS LANÇADOS PELA GUARDA REVOLUCIONÁRIA: LUTAR VIGOROSAMENTE PELA VITÓRIA DO IRÃ!

Pelo menos 200 soldados das forças imperialistas e seus aliados ficaram feridos ou morreram após ataques iranianos com mísseis contra bases norte-americanas, informou a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). O próprio Trump foi forçado a admitir as baixas do Pentágono: “O regime iraniano quer matar. Pode haver algumas perdas de bravos heróis americanos e baixas, o que é de se esperar em uma guerra”. Segundo relatos do Comando da Guarda Revolucionária, alguns mísseis da ofensiva errática norte-americanos e israelense “caíram em áreas desérticas e urbanas do Iraque e dos países do Golfo, após não atingirem seus alvos”.

O cancelamento repentino do discurso planejado por Donald Trump para hoje não é coincidência, um presidente dos EUA não cancela um "discurso de vitória" a menos que a situação tenha se transformado em um "desastre". O desastre, neste caso, é o sucesso do Irã em "cegar" o Comando Central dos EUA (CENTCOM) destruindo radares insubstituíveis e atacando bases anteriormente consideradas muito seguras. É uma leitura precisa do desenrolar da "Guerra dos Radares e das Bases". 

O fato mais “crítico” para o Pentágono, a Guarda Revolucionária anuncia a destruição completa do radar AN/FPS-132 no Catar. Este não é apenas um radar, é o "Olho Gigante da América", com um alcance de 5.000 km. Sua única e vital função é detectar lançamentos de mísseis balísticos vindos do interior do Irã, da Rússia e da China.

Os bombardeios iranianos nos países subjugados pelo imperialismo, além do território ocupado pelos judeus, como em Haifa e nas Colinas de Golã, provaram que o “Domo de Ferro” sionista começou a sofrer de "saturação" e esgotamento, e não conseguiu preservar a vida de seus recrutas e oficiais.