LULA&LULINHA, QUADRILHA PETISTA NEOLIBERAL QUE FICOU MILIONÁRIA: GERÊNCIA DO ESTADO BURGUÊS NOS ÚLTIMOS 30 ANOS ENRIQUECEU A FAMIGLIA “SILVA”…
A lobista Roberta Luchsinger declarou que o presidente Lula da Silva (PT) lhe ofereceu um cargo no governo para operar os negócios milionários do filho Lulinha: “Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar (…) Eu disse: ‘aonde eu tô. Na minha sociedade com Fábio'”. Não esqueçamos que ela é a mesma que fez pagamentos diretos para a conta de Marco Aurélio Santana, o Marcola, até dias atrás o chefe de Gabinete presidencial no Palácio do Planalto. Os escândalos da quadrilha petista neoliberal comandada pela Famiglia “Silva”, que se enriqueceu com a corrupção ano após ano não é nenhuma novidade para os Marxistas. Denunciamos há décadas a integração do PT ao Estado burguês sendo esta legenda que está atualmente à frente da gerência estatal a preferida nos últimos 30 anos pela Governança Global do Capital Financeiro, devendo inclusive ser reconduzida ao posto pelos bons serviços prestados a Nova Ordem Mundial Capitalista.
Não esqueçamos que o Brasil é gerenciado preferencialmente pela Frente Popular comandada pelo PT nas últimas três décadas. Se Lula conseguir o quarto mandato, são 5 governos nacionais e meio nos últimos 30 anos. A direita Bolsonarista teve apenas um governo central e a chamada centro direita tucana “civilizada” (PSDB) dois governos e mais meio mandato para a quadrilha do MDB encabeçada pelo golpista Michel Temer.
Como vemos fica comprovado pelos números objetivos e estatísticas concretas que a Governança Global do Capital Financeiro prefere no Brasil o governo burguês da Frente Ampla comandada pelo PT, não por acaso houve somente um governo da chamada extrema-direita. Nesse sentido, Lula e o PT são os gerentes preferenciais do capital financeiro.
Os Marxistas Revolucionários sabem perfeitamente que os cofres do Estado burguês não são nada públicos, os recursos acumulados pertencem a uma elite capitalista que os utiliza como uma espécie de “fundo de reserva” para seus interesses, que faz da corrupção parte inerente essencial do regime político.
As tão decantadas "propinas" para a definição dos Marxistas não passam de comissões (corretagem) que envolvem qualquer transação comercial ou financeira no regime capitalista, seja esta transação realizada na esfera estatal mais ampla ou não. As comissões ("propinas") pagas a gestores públicos ou privados são portanto uma engrenagem intrínseca ao modo de reprodução e circulação do capital e nada tem de "imorais", sendo uma forma de pagamento por serviços prestados que auferiram lucros aos capitalistas.
Estas "propinas", embora ilegais no regime jurídico brasileiro (ao contrário de vários países imperialistas que normatizaram o recebimento de comissões por parte de gestores públicos ou políticos institucionais) podem ser pagas de várias formas desde o numerário cambial (cash) até mesmo o recebimento de cargos na própria estrutura do Estado burguês, sempre lembrando que o objetivo final do pagamento das comissões será o atendimento de interesses financeiros das grandes corporações capitalistas ou mesmo empresas de menor porte no mercado.
O PT e a exquerda domesticada aceitou a imputação moral feita pela burguesia de que as "propinas" (comissões) eram a causa da "miséria nacional" e que a crise do capitalismo teria como fundamento a "corrupção estatal", nada mais falso e enganador para a consciência das massas populares.
A corrupção estatal não é um "demônio moral" do capitalismo, representa um mecanismo endógeno e historicamente indissociável do modo de produção hegemonizado pela burguesia financeira, compreender este fundamento básico da teoria marxista é elementar para a elaboração de uma plataforma política de ação direta das massas para desnudar a suposta "ética e moral" do regime da democracia dos ricos.
Desde há muito tempo vimos afirmando que o espectro político do Lulopetismo com sua quadrilha neoliberal se transformou em uma “generosa“ fonte financeira, que acumula bilhões de Reais da corrupção estatal do Estado burguês. Todo o arco partidário que fornece apoio ao governo neoliberal lulopetista, do PCO ao PSOL, passando por todas as legendas da base parlamentar do governo da Frente Ampla burguesa, recebe uma “ajuda” de bilhões de Reais, obviamente proporcionalmente a cada peso político, sob a justificativa fajuta de “combater a extrema direita bolsonarista” como vemos no atual circo eleitoral.
