COMEÇA HOJE EM BARCELONA: A CÚPULA DA UNIDADE DOS POVOS CONTRA A OTAN
Começa neste final de semana (27/28 de junho) em Barcelona, Estado Espanhol, a Cúpula da Unidade dos Povos contra a OTAN, a Casa da Solidariedade sediará o evento do qual a LBI apoia criticamente. A conferência reunirá organizações comunistas, anti-imperialistas e internacionalistas de toda a Europa e de outros continentes para debater e coordenar ações coletivas contra a ofensiva da OTAN e a agressão imperialista ianque contra os povos.
Esta atividade acontece como preparação para a Cúpula da OTAN de 2026, agendada para os dias 7 e 8 de julho em Ancara, Turquia. Os organizadores pretendem proporcionar um espaço para a análise crítica do papel global da OTAN, suas estratégias militares e suas consequências sociais, políticas e econômicas.
A conferência terá como foco construir a solidariedade internacional, anti-imperialista e desenvolver um programa comum de ação unitária para combater a OTAN. Também analisará o impacto das alianças militares e das bases estrangeiras, inclusive na Espanha, sede do encontro.
O Fortalecimento concreto para coordenar o combate dos movimentos e organizações anti-imperialistas é o principal desafio, posto que a heterogeneidade política e programática das correntes é bem profunda. Entretanto, enfrentar hoje as operações da máfia otanista, já representa um importante “divisor de águas”, já que a grande maioria da exquerda reformista e revisionista do Trotskismo está alinhada ideologicamente com a pauta da Governança Global do Capital Financeiro, que não por coincidência tem na OTAN seu principal braço armado.
Entre os participantes estarão diversas organizações políticas e redes de solidariedade comprometidas com com a luta contra a agressão militar imperialista em todo o mundo, e principalmente tendo seu foco na guerra da Ucrânia.
Os organizadores do evento, como o Partido Comunista dos Povos da Catalunha, Assembleias Catalãs contra o Imperialismo e a OTAN e a Plataforma Anti-Repressão de Barcelona, convocaram um grande leque de organizações políticas para se fazerem presentes, porém desgraçadamente uma parcela significativa do chamado “campo socialista” está atolada até o pescoço na solidariedade ao governo nazifascista de Zelensky.
