quarta-feira, 10 de junho de 2026

UM MUNDIAL MARCADO PELOS CRIMES DO IMPERIALISMO IANQUE CONTRA OS POVOS: RECHAÇAR O RACISMO DE TRUMP CONTRA A SELEÇÃO DO IRÃ! 

Essa Copa do Mundo da FIFA está manchada pela hipocrisia “democrática” e o asqueroso racismo do genocida Trump. Os Estados Unidos promoveu um verdadeiro o assédio à seleção iraniana. Mais uma vez, o imperialismo ianque está transformando o futebol em uma ferramenta política a serviço de seus interesses econômicos e de sua arrogância internacional.

O que está acontecendo com a seleção iraniana é uma verdadeira vergonha para o esporte mundial. Os Estados Unidos, um dos países anfitriões da Copa do Mundo, estão criando obstáculos para os membros da delegação iraniana, negando vistos e forçando a equipe a viajar constantemente para fora do território americano para retornar ao México após as partidas. Essa situação completamente segregacionista viola qualquer princípio de igualdade competitiva no esporte e cancela o chamado “fair play” no futebol.

Enquanto outras equipes podem descansar, treinar e se preparar para seus jogos normalmente, o Irã é submetido a um estresse físico e psicológico adicional por razões puramente políticas. E não estamos falando apenas de futebol. Estamos falando de discriminação, do uso do esporte como ferramenta de pressão e do tratamento hostil de um país que se recusa a se submeter aos interesses imperialistas de Washington.

Porque os Estados Unidos não veem o esporte como um espaço neutro. Veem-no como uma extensão de sua política externa. E isso se demonstra não apenas com o Irã ou o Iraque, mas também com as enormes dificuldades que torcedores, jornalistas e até mesmo árbitros de diversos países enfrentam para entrar em território americano para a Copa do Mundo.

É escandaloso que um país conhecido por perseguir imigrantes, construir muros, realizar deportações em massa e criminalizar pessoas com base em sua origem esteja sendo apresentado como exemplo de coexistência internacional e organizador de um grande evento esportivo. A contradição é enorme e obscena.

O futebol mundial não pode ignorar isso. A máfia da cúpula da FIFA demonstra, mais uma vez, que para a entidade, o dinheiro tem precedência sobre os valores esportivos. O que realmente importa não é garantir igualdade, respeito e condições dignas para todos as seleções nacionais, mas sim assegurar contratos multimilionários, patrocínios e acordos comerciais.

O futebol pertence ao povo, não a governos imperialistas ou grandes corporações financeiras. Exatamente por esta razão, nenhuma Copa do Mundo deveria ser realizada em um país incapaz de respeitar algo tão básico quanto a igualdade entre todos os participantes!