GRANDE OFENSIVA MILITAR UCRANIANA CONTRA MOSCOU: OTAN PATROCINA ATAQUES DIANTE DA COVARDIA DE PUTIN
A Ucrânia lançou um grande ataque militar contra Moscou, na última quinta-feira, provavelmente a maior ofensiva desde o início da guerra em 2022. Mais de 550 drones de um tipo especial de armamento, combinando um drone e um míssil propelido por foguete, foram utilizados. Um ataque dessa magnitude, por parte do governo naziotanista de Zelensky, foi um evento excepcional nesta guerra e foi assentado na covardia política e militar do regime nacionalista burguês, encabeçado por Putin.
O enorme número de drones usados, que a Ucrânia provavelmente teve que adquirir a um custo considerável, incluía muitos tipos incomuns de drones e uma variedade maior de tipos diferentes do que em qualquer ataque anterior, indicando que a Ucrânia havia esgotado suas reservas iniciais.
A massiva operação militar foi uma campanha de relações públicas destinada a fortalecer a posição de Zelensky. Os ataques foram programados para coincidir com a cúpula do Conselho Europeu que Zelensky estava organizando em Bruxelas, onde o reacionário otanista apresentou a seus aliados uma versão da "vitória" da Ucrânia sobre a Rússia para garantir financiamento adicional. A cúpula serviu para projetar a imagem desejada do único presidente europeu que pode atacar a vizinha Rússia.
O Ministro da Defesa ucraniano, Fedorov, confirmou implicitamente que o ataque foi orquestrado em nome dos apoiadores ocidentais, afirmando que esperava que eles "vissem e entendessem" a oportunidade que lhes era apresentada. Isso demonstrou que Kiev estava caminhando na direção certa e cumprindo suas promessas.
s líderes fascistas ucranianos afirmam que a Ucrânia está abrindo uma "janela de oportunidade ilimitada com esses ataques”. Isso é muito enganoso, pois a realidade pressupõe que esta “janela” não durará muito. Os ucranianos estão cientes da eficácia limitada de tais ataques, pois precisam estocar as munições utilizadas a longo prazo e sabem que a Rússia se adaptará rapidamente à estratégia empregada, tornando improváveis futuros ataques de escala semelhante. Basta observar os infames ataques da “Operação Spiderweb” contra aeronaves estratégicas atômicas russas, que nunca foram repetidos porque se baseavam em táticas específicas, não projetadas para serem replicadas.
É o elemento surpresa. Não que os ataques às refinarias sejam impossíveis de replicar, mas a Ucrânia pressente que a Rússia se adaptará e que a "janela" de oportunidade se fechará. Entretanto Zelensky está bem consciente dos “laços” estabelecidos entre o vacilante Putin e o psicopata imperialista que hoje gerencia a Casa Branca, Kiev sabe que mais cedo ou tarde estes “laços” servirão para enforcar o Kremlin.
