APÓS A DERRUBADA DO F-16 SIONISTA: OTAN E ENCLAVE DE ISRAEL
PREPARAM ATAQUE MILITAR À SÍRIA COM A DESCULPA DE “AJUDA HUMANITÁRIA”
Dez dias após a derrubada do F-16 Sionista por baterias
antiaéreas da aliança Síria/Irã e Rússia, a OTAN e o enclave de Israel
anunciaram que planejam um ataque militar a Síria. O pretexto para ação
imperialista é a alegação de que há uma “crise humanitária” na região da Ghouta
Oriental. Trata-se de uma região nos arredores de Damasco um dos últimos
redutos de “rebeldes” ligados ao Exército Livre da Síria (ELS), grupo
financiado diretamente pelas potências capitalista, em especial pelos EUA. A
área está dominada também por duas facções islâmicas, que são combatidas pelas
forças do governo sírio desde 18 de fevereiro. Os responsáveis pela situação em
Ghouta Oriental são os EUA, Israel e as potências capitalistas que apoiam
terroristas que ainda estão na área. Sabe-se que nem a Rússia, nem a Síria e
nem o Irã pertencem à categoria de tais países, já que são eles que estão
lutando contra terroristas na Síria. Na medida em que as forças do governo
sírio intensificavam a artilharia e os ataques aéreos contra facções islâmicos
visando o território de “rebeldes” terroristas, a Rússia pediu aos grupos
armados ilegais que cessassem a resistência e se rendessem. No entanto, os apelos de Putin foram ignorados. Como o governo de Bashar Al-Assad lançou uma
ofensiva militar contra os “rebeldes” made in CIA, a OTAN e Israel logo saíram
em sua defesa. Neste contexto, a grande mídia murdochiana voltou a acusar Assad
de crimes contra a humanidade. Enquanto o governo de Damasco, apoiado pela
Rússia, tem sido acusado de bombardear civis na região e matar cerca de 300
pessoas, os dados para as acusações provêm de relatos dos Capacetes Brancos,
famosos por repetidamente falsificar informações, além das informações falsas
lançadas pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), que já foi
elogiado pelas potências impeirialistas, uma entidade que tem seu escritório no
Reino Unido. Com isso, uma nova campanha de desinformação contra Bashar Assad
foi lançada pela mídia ocidental e pela Al Jazeera, com sede no Qatar. A ONU
pediu um cessar-fogo imediato na área, dizendo que a situação está “fugindo do
controle” justamente para preservar o foco do ELS. Todas as grandes potências
imperialistas já se posicionaram a favor de que a Ghouta Oriental seja
declarada uma zona de exclusão aérea para impedir que os caças sírios bombardeiem
a região, ameaçando que caso haja lançamento de novas bombas, haverá uma
intervenção militar internacional. Macron, o presidente francês e a premier
alemã, Angela Merkel, ameaçaram publicamente executar ataques aéreos na Síria.
Os Marxistas Leninistas de todo o mundo não podem ficar neutros neste conflito
do Oriente Médio, a OTAN e o “monstro” de Israel representam as forças mais
reacionárias do planeta. Desgraçadamente os revisionistas da LIT, UIT e do
grupo “MAIS”, que enlameiam a bandeira do Trotskismo, afirmam que Assad é um
"ditador sanguinário" para justificar sua vergonhosa capitulação ao
imperialismo e ao governo sionista e sua bárbara ofensiva militar contra os
povos árabes e palestinos, foi assim que estes "canalhas de esquerda"
apoiaram a OTAN contra o regime do coronel Kadafi, e desta forma patrocinaram
politicamente a destruição da Líbia. Ao contrário desses filisteus, os
revolucionários internacionalistas proletários têm lado, estão pela derrota da
OTAN do sionismo e de seus agentes, denunciando o terrorismo assassino que as
potências capitalistas e o enclave sionista patrocinam contra a resistência dos
povos, como é o caso do grupo “rebelde” ELS! A LBI convoca o movimento
comunista mundial e as forças antiimperialistas e antisionistas, a estabelecer
a mais sólida unidade de ação com o regime Assad, a Rússia e o Irã no objetivo
concreto de responder ao ataque que a OTAN e o enclave sionista planejam contra
a Síria!