“GRUPO” DO IMPOSTOR ALEJANDRO ACOSTA (GAZETA REVOLUCIONÁRIA)
COMEÇA A SE DESINTEGRAR
CARTA DE RUPTURA
Companheiros, depois de refletir sobre os rumos e
perspectivas políticas da Gazeta Revolucionária, venho comunicar meu rompimento
com a corrente. Como bem ficou claro no último período, temos divergências
sérias, sobretudo quanto às posições políticas a serem tomadas diante da atual
conjuntura que abate o capitalismo internacional. Após fazer uma leitura atenta
(até então eu não havia lido) do documento do camarada Florisvaldo sobre sua
experiência na LPS, e que envolveu a ruptura do companheiro Juca, onde um
agrupamento de esquerda é escancarado, facilitando o serviço da repressão, vejo
também que não podemos ser coniventes com a delação em nenhuma hipótese e isso
nada tem em comum com a tolerância ao burocratismo. Também vejo internamente no
seio do GR, a manifestação incurável do seguidismo quase religioso, da quase
totalidade do agrupamento às posições espontâneistas e morenista do camarada
Alejandro, fruto de uma carência profunda de personalidade política de parte da
militância. Dessa forma, comunico oficialmente meu desligamento do GR.
Saudações comunista!
R.B.
Fevereiro 2018
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R.B.
Fevereiro 2018
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EM TEMPO, NOTA DE ESCLARECIMENTO:
Gostaria de esclarecer algumas questões colocadas de forma
completamente deturpada por Alejandro Acosta, quanto a minha militância
política no Gazeta Revolucionária e também na categoria em que eu trabalho (nos
químicos de SP). Alejandro acusa-me de eu ser um suposto "diletante",
"lukacsiano" e outros adjetivos. Cobra-me explicação acerca de meu
trabalho revolucionário nos químicos, além de me lançar acusação de que
internamente, nas reuniões da GR, eu nunca ter feito a crítica às suas posições
políticas oportunistas, marcada pelo espontaneismo e empirismo extremo, onde
toda discussão teórica e programática, extremamente importante para um
agrupamento marxista revolucionário, logo é acusada de "diletantismo"
por este sujeito e seus discípulos.
Sobre essa última questão, não só em reuniões presenciais de
célula, como em outras atividades e formas de comunicação, sempre combati
intransigentemente sua linha política, marcada por um anti-leninismo extremado.
Acosta como bom oportunista e homem empírico, sempre louvou e se postou ao lado
do imperialismo em questões de grande importância na arena da luta de classes
internacional: ainda hoje, por incrível que pareça, continua assíduo defensor
do fim de quase todos os ex Estados operários no mundo, que resultou no auge da
globalização neoliberal da barbárie em nome do combate ao "demônio"
stalinista; na Líbia, Síria e levantes contra revolucionários bancados pela CIA
no Irã, colocou-se no mesmo barco da OTAN e do império, sempre combatendo o
"ditador sanguinário"; na Venezuela, tem posições que em muito se
assemelha ao bando direitista mafioso financiado pela CIA, mas que no olhar de
Alejandro, combate o "bonaparte" Maduro. E assim vai, sempre
caminhando guiado pelo seu empirismo "anti-diletante" mas que se
orienta pelos interesses da geopolítica da Casa Branca.
Sobre a acusação que me lançou de supostamente eu não
desenvolver com a devida seriedade, minha atividade na categoria em que eu
trabalho, claramente parece fruto de desespero e destempero político, fato bem
conhecido por ser um motivador de calúnias torpes. Já faz alguns anos que venho
militando na categoria dos químicos de SP, já distribuimos diversos boletins,
já foram articulado reuniões com trabalhadores e etc. Sou sindicalizado,
cipeiro e referência de luta no meu local de trabalho (digo isso completamente
desprovido de vaidade infantil). No entanto, nosso trabalho político-militante
na categoria tem um caráter essencialmente clandestino; desde os panfletos, até
as conversas com os operários, tudo tem de ser de forma bem discreta, e
qualquer revolucionário sério, ou trabalhador consciente bem sabe o porque. No
entanto Alejandro, como um policial delator, ou no minimo como um crente na
democracia burguesa, cobra o contrário, ou seja, que um revolucionário proletário
assalariado, atue abertamente facilitando o serviço dos patrões e seus agentes
repressivos. Será por isso, que defendeu com tanto afinco a manutenção no site
do GR, o artigo escandaloso, tipico de delatores (não que o camarada autor do
texto seja) do Florisvaldo, escancarando internamente um agrupamento de
esquerda para a repressão em nome de "combater a burocracia" com os
métodos dos... arapongas acaguetes? Além do trabalho nos químicos, também
participo ativamente e há anos, do movimento operário brasileiro, no melhor
espirito do marxismo revolucionário. Portanto, longe de ser um
"diletante" ou suposto "acadêmico" como ele me acusa, já há
algum tempo estou junto do proletariado revolucionário nas batalhas pela sua
emancipação contra a ordem desumana do capital. Ao contrário de Acosta, que
misteriosamente esconde (não se sabe o motivo) seu passado militante na América
do Sul.