NADA DE NOVO NO HISTÓRICO CARÁTER VENAL DO STF: “GENEROSIDADE” DO BANCO MASTER COM FAMÍLIA DE XANDÃO É APENAS A “SOBREMESA DO BANQUETE”
Os CEO’s do consórcio da mídia corporativa, ou seja, a famiglia Marinho, trouxeram à tona registros de relações financeiras e “contato íntimo” entre Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e Ministros do Supremo Tribunal Federal. Os vínculos, revelados no contexto de supostas investigações sobre fraudes financeiras envolvendo o Master, levaram diretamente ao escritório de advocacia da esposa do “Xerife Geral” da nação, o supremo togado Alexandre de Moraes.
Vorcaro é o principal acionista e dirigente do Banco Master, que passou a ser investigado, muito provavelmente por falta pagamentos de propinas, pela cúpula da Polícia Federal por “fraudes, operações financeiras irregulares” (inclusive com dinheiro de fundos de previdência), e alavancagens muito acima das práticas de mercado. Embora o banqueiro “laranja” negue as acusações, o volume financeiro movimentado pelo simulacro de banco de investimentos colocaram o caso no centro da conjuntura nacional.
Aproveitando uma “carona” proporcionada pelo “relaxamento” de Moraes em suas operações patrimoniais familiares , o Deep State Global que colocou o golpista no leme do STF, viu uma boa oportunidade para iniciar a “fritura” do seu “arquivo vivo” de manobras políticas e golpes institucionais, utilizando para isso seu tradicional “braço direito” no país, a Rede Globo. O ex-tucano Xandão, colocado na Corte Suprema pelo golpista Temer, para operar como marionete dos interesses econômicos e políticos do Deep State Global, já muito desgastado por cumpriu sua função como “mão de ferro”, deve agora ser descartado, como aconteceu com os togados Barbosa e Moro no passado recente.
No caso específico da negociata bilionária do Master,
Alexandre de Moraes, defendido ardentemente pela maioria dó lulopetismo, chegou
a interceder por Vorcaro diretamente ao presidente do Banco Central, Gabriel
Galípolo, durante o processo de decretação de falência e liquidação do banco.
Depois de toda a repercussão midiática e nas “redes sociais”, tanto Moraes
quanto o BC soltaram notas públicas anunciando que a reunião tratou unicamente
das sanções da “Lei Magnistsky” sobre o Ministro, aplicadas pelo governo Trump
e depois revogada.
Outros registros também indicam que Daniel Vorcaro manteve contatos e trânsito livre em ambientes institucionais frequentados por integrantes da cúpula do Judiciário e da alta burocracia estatal do governo Lula. Os relatos incluem encontros, incluindo um jantar suntuoso bancado por Vorcado em Nova Iorque, com a presença dos Ministros Moraes, Gilmar, Lewandowski e Barroso, este último que recentemente pediu o “boné”, saindo espontaneamente do STF sem dar muitas explicações.
Os Supremos Togados ao longo de toda a história republicana, de Deodoro até Lula, sempre se constituíram como uma instituição profundamente corrupta em todos os sentidos. Entretanto desde a chamada “era da globalização”, que no Brasil teve inicio com o governo FHC, o STF vem atuando como apêndice direto do Deep State, independente de sua composição orgânica de momento. Os togados ora podem ser “progressistas”, ora aparecem como “reacionários”, a maquiagem do STF vai variar segundo a conjuntura política, porém a “linha mestra” sempre é dada segundo as rígidas ordens da Governança Global do Capital Financeiro.
