BALANÇO DO 1º DE MAIO NO BRASIL E PELO MUNDO: LEVANTAMOS A BANDEIRA DA REVOLUÇÃO PROLETÁRIA COMO ALTERNATIVA AO ELETORALISMO E A POLÍTICA DE COLABORAÇÃO DE CLASSES DA EXQUERDA REFORMISTA E DO REVISIONISMO!
Os atos de 1º de Maio no Brasil convocamos pala exquerda reformista (CUT) e pelos revisionistas do Trotskismo (Conlutas) foram esvaziados, demonstrando que esse arco político não agrupa a classe operária e nem obviamente é um ponto de apoio para a luta contra o governo burguês de Lula. Diante da desmoralização da burocracia sindical corrupta foi o Bolsonarismo com suas “camisas amarelas do Brasil” que ganhou as ruas em atos e manifestações que desgraçadamente galvanizaram o descontentamento popular diante das sub-humanas condições de vida de nosso povo trabalhador! Esse fenômeno demonstra que nas ruas (e também no terreno eleitoral) a exquerda burguesa está sendo derrotada pela direita institucional na medida que a frustração com a gerência da Frente Ampla gera um justo ódio entre os setores mais atacados pela crise capitalista.
Na Argentina, o PTS fez um ato político próprio de 1º de Maio e “pensa” seriamente que pode eleger Myriam Bregman como nova presidente do país, ou seja, o eleitoralismo vulgar foi a marca da atividade no Estádio de Ferro, com a velha fórmula reformista de “derrotar a direita nas urnas” (Milei) sendo o mote central do “comício”. A exquerda revisionista é obcecada pelas eleições, como vemos por exemplo na Argentina e no Brasil, onde se integraram plenamente ao circo fraudado da democracia burguesa, jogando todas usas energias nas disputas por vagas parlamentares ou em frentes de colaboração de classes. O PSTU no Brasil irá apoiar Lula e sua Frente Ampla burguesa no 2º turno assim como a maioria dos agrupamentos revisionistas.
Pelo resto do mundo, na Europa principalmente, as marchas
(como a de Londres) convocada pela exquerda reformista e os revisionistas,
foram de denúncia do genocídio em Gaza mas sem se colocar no campo da vitória
militar do Hamas e da resistência armada palestina. O eixo pacifista de “Não a
Guerra no Irã!” não estabelece uma frente única de ação com o Regime dos
Aiatolás para derrotar o imperialismo ianque e o sionismo no terreno concreto
do conflito militar no Oriente Médio! Nesse sentido, se opõe de fato a vitória
da nação persa, lançando mão da demagogia pequeno-burguesa em defesa da “paz”,
patrocinando ilusões no covil de bandidos imperialistas da ONU.
A militância da LBI, apesar de suas modestas forças, levantou a bandeira da revolução proletária mundial como alternativa ao eleitoralismo e à política de colaboração de classes da exquerda reformista e dos revisionistas do Trotskismo. Fizemos a denúncia ativa do circo eleitoral fraudado da democracia burguesa, distribuímos centenas de panfletos convocando a ação direta das massas para barrar os ataques as conquistas e direitos dos trabalhadores. Nessa senda, defendemos a construção nesse 1º de Maio de um verdadeiro Partido Trotskista para dirigir a Revolução Socialista e instaurar a Ditadura do Proletariado!
