VAZA UM “ACORDO SECRETO” ENTRE GOOGLE E O PENTÁGONO SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: DEEP STATE UTILIZA SEUS APÊNDICES “LEGAIS” PARA MANIPULAR INSTITUIÇÕES EM TODO PLANETA
O “testa de ferro” Google firmou um acordo confidencial, que acabou “vazando”, sobre inteligência artificial com o Departamento de Guerra do EUA, controlador do Pentágono e também da CIA. Com o “vazamento” da informação, a corporação da Big Tech foi alvo de fortes protestos de seus próprios trabalhadores civis.
O malfadado contrato de segurança estipula que o sistema de inteligência artificial utilizado “não se destina para vigilância doméstica em massa ou armas autônomas (incluindo armas guiadas) sem supervisão e controle humanos adequados”. Estipula também que “o Google não terá poder de supervisão ou veto sobre decisões operacionais legítimas do governo”. Ou seja trata-se de um acordo para monitorar instituições estatais, dentro e principalmente fora do país.
Em 27 de abril do mês passado, centenas de trabalhadores o Google enviaram uma carta ao CEO da corporação transnacional exigindo que o Departamento de Defesa(atualmente designado Guerra) proibisse o uso de inteligência artificial para “missões classificadas”. Na carta, os trabalhadores expressaram sua preocupação com as negociações em andamento entre a gigante da tecnologia e o Departamento de Guerra, argumentando que “A tecnologia não é adequada para aplicações classificadas”.
A nota sindical afirma: “Como especialistas em inteligência artificial, sabemos que esses sistemas podem centralizar o poder e que cometem erros. Nossa estreita relação com essa tecnologia nos impõe a responsabilidade de apontar e prevenir seus usos mais imorais e perigosos”, afirma a carta. “Portanto, solicitamos que o senhor se recuse a disponibilizar nossos sistemas de inteligência artificial para aplicações classificadas”.
Os trabalhadores deste setor estratégico para o importante ianque temem que, se os sistemas de inteligência artificial do Google fossem disponibilizados para aplicações militares, poderiam ser usados "de forma desumana ou extremamente prejudicial". A carta cita armas letais autônomas e vigilância em massa de instituições públicas como exemplos de aplicações potencialmente nocivas da inteligência artificial.
