segunda-feira, 18 de maio de 2026

OS VERDADEIROS “RATOS CONTAMINADOS” ESTÃO NA SEDE DA OMS EM GENEBRA: NOVA “EMERGÊNCIA INTERNACIONAL” DE SAÚDE É MAIS UMA FARSA DA BIGPHARMA 

Com a aproximação de sua Assembleia Geral, a OMS precisa recuperar seu papel central no cenário do “terror sanitário”. Seus esforços para assumir o lugar que lhe cabe de apêndice da Governança Global do Capital Financeiro, com base em campanhas como “emergências”, “surtos”, “epidemias”, “endemias” e “pandemias”.  Os países membros da OMS não conseguem chegar a um acordo sobre como dividir os recursos estatais no novo mercado global de medicamentos, e a instituição está perdendo credibilidade como uma organização científica em políticas de saúde pública.

A tentativa de reacender um alarme sanitário mundial que gera ansiedade nas semanas que antecedem a assembleia anual em Genebra, como está acontecendo atualmente com o hantavírus e o ebola contribui para exacerbar a desconfiança existente em relação ao segundo organismo internacional mais corrupto do mundo, ficando somente atrás da própria ONU.

O Acordo sobre o Acesso aos Benefícios dos Patógenos (PABS, na sigla em inglês), um anexo do Tratado sobre Pandemias, foi adiado por um ano. O PABS foi aprovado em maio do ano passado, mas as corporações da Big Pharma se tornaram como os “Quarenta Ladrões de Ali Babá”, brigando pela divisão do saque, estatal, que é muito substancial.

As negociações do PABS não abrangem apenas a descoberta, o compartilhamento e a exploração de "patógenos pandêmicos de alto risco", mas também, e talvez mais importante, todo um mercado para a coleta e o processamento de dados médicos das pessoas. Em fevereiro, durante a última rodada de negociações formais, o grupo de trabalho, criado para negociar o anexo, foi incumbido de propor um acordo à Assembleia da OMS. No entanto, o documento que elaborou divergiu do texto original, provocando indignação entre os países africanos, que insistiram na reintegração das disposições registradas durante a sessão de fevereiro.

Em janeiro do ano passado, os Estados Unidos se retiraram da OMS e, mais importante, interromperam o financiamento, criando um rombo significativo em suas finanças. As negociações bilaterais paralelas para garantir o "mercado de patógenos" representam um desafio ao sistema farsesco que a OMS tenta impor.

Por fim, as revelações sobre a colaboração de 20 anos entre Bill Gates, Epstein e o banco JP Morgan para lucrar com pandemias forneceram mais provas da fraude perpetrada à frente da OMS. Os vírus patógenos sempre atacam no momento mais oportuno…

Agora ocorreu o “milagre” do hantavírus. A estória não poderia ser mais bizarra, em uma expedição pelos Andes, um ornitólogo idoso se aventurou longe demais, perto de Ushuaia. Ao bisbilhotar onde não devia, contraiu o hantavírus escondido nas fezes de “ratos-de-cauda-longa” e morreu alguns dias depois a bordo do navio em que viajava. Foi mais do que suficiente para desencadear uma nova histeria.

Em meio ao seu descrédito acadêmico, a OMS nesta manhã de domingo declarou mais uma emergência de saúde pública internacional devido a uma suposta cepa do vírus Ebola na República Democrática do Congo, embora reconheça que “não preenche os critérios para uma emergência pandêmica”.

O “surto” que não é uma pandemia, e que segundo a OMS matou “dezenas de pessoas”, é causado pelo vírus Bundibugyo, nome dado pelo curandeiro da tribo dos “especialistas”.

Mas quem demonstra maior “ansiedade” pelo fato são as corporações farmacêuticas, aguardando a aprovação para seus medicamentos, remédios e vacinas inúteis.

Não por acaso, as ações da Moderna subiram 12% na bolsa de valores de Nova York. A corporação farmacêutica vem desenvolvendo uma vacina de mRNA contra o hantavírus desde 2023. Após o anúncio do “alerta de saúde”, suas ações no mercado bursátil global não pararam de subir. Uma nova pandemia também reabasteceria os cofres cada vez mais esgotados da OMS.