quinta-feira, 21 de maio de 2026

TRUMP PREPARA UMA OFENSIVA MILITAR CONTRA CUBA: FARSA JUDICIAL CONTRA RAUL CASTRO É UMA “CORTINA DE FUMAÇA” PARA REPETIR O QUE OCORREU NA VENEZUELA 

O Departamento de Justiça dos EUA está acusando o ex-presidente cubano Raúl Castro de ter abatido, em 1996, dois aviões pilotados por ativistas anticastristas, ou melhor dizendo a escória pró-imperialista. A Casa Branca esperou 30 anos para encenar mais essa farsa, uma parodia mal feita do processo macarthista de “caça às bruxas” do pós-guerra, agora protagonizado pelo genocida Trump.

A autoridade de navegação aérea cubana não só se recusou a autorizar o voo, como também o denunciou como uma provocação que se tornara comum. Em 25 ocasiões, o governo cubano advertiu os pilotos, bem como o governo dos Estados Unidos e a Organização da Aviação Civil Internacional por meio de canais diplomáticos, de que qualquer aeronave que entrasse em seu espaço aéreo sem permissão corria o risco de ser interceptada.

As duas aeronaves violaram seu espaço aéreo, portanto o incidente ocorreu dentro de sua jurisdição. Portanto os Estados Unidos não têm competência para julgar a queda da aeronave.

O stalinista Raul Castro, hoje com 94 anos, irmão do Comandante Fidel Castro, o falecido e icônico inimigo dos Estados Unidos que liderou a revolução social de 1959, é acusado de assassinato, conspiração para matar norte-americanos e destruição de aeronaves. 

"Esperamos que ele se entregue aqui ou então vá para a prisão", afirmou o Procurador-Geral Todd Blanche em uma coletiva de imprensa em Miami, na qual estavam presentes os reacionários vermes que o aplaudiam. 

Em janeiro, Donald Trump fez a mesma ação na Venezuela: aproveitou-se de uma acusação anterior do Ministério Público para justificar uma agressão militar e sequestrar o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, contando com a colaboração direta dos Chavistas traidores, do tipo da atual presidente Delcy Rodriguez. 

O atual presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que a ação dos EUA “não tem fundamento legal”. Diaz acrescentou que as acusações visam “reforçar o dossiê que estão fabricando para justificar a insanidade de uma agressão militar contra Cuba”.

Outros cinco cubanos também foram acusados, incluindo os pilotos da força aérea que abateram os aviões. 

Trump indicou repetidamente que o governo cubano poderia ser o próximo, depois da Venezuela, a ceder à pressão dos EUA, e no início deste mês chegou a dizer que Washington assumiria o controle da ilha, localizada a cerca de 150 quilômetros da Flórida, “quase imediatamente”. 

Os Trotskistas Revolucionários, que não podem ser confundidos com o lixo revisionista da LIT e afins, estarão na linha da frente militar para defender as conquistas históricas do Estado Operário Cubano. Entretanto alertamos que a burocracia stalinista ou castrista não merece nenhuma confiança política dos Marxistas Leninistas. É necessário estender a revolução social para toda América Latina, como única forma efetiva de derrotar a ofensiva reacionária do imperialismo ianque.