quarta-feira, 1 de julho de 2026

PENTÁGONO PROVOCOU TERREMOTO NA VENEZUELA: FALSA “MISSÃO HUMANITÁRIA” DOS MARINES IANQUES É OCUPAÇÃO MILITAR COM “OK” DA VASSALA DELCY RODRÍGUEZ! 

O então presidente venezuelano Hugo Chávez afirmou em 2010 que “O Sismo do Haiti foi um claro resultado de um teste da Marinha norte-americana com uma de suas armas de provocar terremoto”. Chávez citou como fonte militar-científica um relatório elaborado pela Frota Naval da Rússia declarando que o “terremoto experimental dos EUA devastou o país caribenho”. Em sua denúncia alertou que “monitorou os movimentos e as atividades navais americanas no Caribe desde 2008, quando os EUA anunciaram sua intenção de restabelecer a Quarta Frota”. O relatório russo compara ainda “o teste de duas destas armas de terremoto realizados pela Marinha norte-americana. A experiência feito no Pacífico provocou um terremoto de magnitude 6,5 em Eureka, na Califórnia, sem vítimas, enquanto o teste realizado no Caribe provocou a morte de pelo menos 140 mil inocentes”. Desde o Blog da LBI denunciamos que o mesmo ocorreu agora com o terremoto provocado pelo Pentágono contra a Venezuela! Diferente de Chávez que denunciou a operação de guerra híbrida no Haiti... a vassala Delcy Rodríguez deu “OK” para os marines ocuparem militarmente a Venezuela sob o pretexto de prestarem “ajuda humanitária”. Mais de 900 militares ianques já estão em solo venezuelano nesse momento!

Vejamos as falsas “coincidências” do atual terremoto na Venezuela provocado pelo Pentágono. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) informou que o evento sísmico ocorrido no dis 24/06 na Venezuela foi um fenômeno raro conhecido como terremoto “duplo”, ele ocorre quando dois sismos de magnitude e energia semelhantes acontecem muito próximos um do outro, eles tiveram como epicentros quase ao mesmo tempo a Venezuela e a Califórnia, nos EUA, este último sem deixar vítimas. Uma análise preliminar do USGS mostrou que o primeiro terremoto, com magnitude 7,2, foi seguido, apenas 39 segundos depois, por outro de magnitude 7,5. Em paraleloo um terremoto de magnitude 5.6 atingiu a área rural da Califórnia no mesmo dia. Foi o tremor mais forte na região desde 1940. Apesar disso, a população sentiu apenas abalos leves e não há relatos de feridos nem de danos nas construções. O Serviço Geológico dos Estados Unidos informou que o epicentro do terremoto foi a cerca de 12 km da cidade agrícola de Willits e a uma profundidade de 11 km. O tremor ocorreu por volta de 13h10, no horário de Brasília, horas antes do terremoto na Venezuela. Segundo Judith Hubbard, sismóloga da Universidade Cornell, a “falta de clareza” sobre os dados sísmicos está dificultando a análise dos terremotos, mas existem outras explicações possíveis... que obviamente a mídia corporativa vai encobrir!

Na época do terremoto no Haiti Chávez pontuou que “é mais que provável que Washington tivesse conhecimento total do catastrófico dano que esse teste de terremoto poderia ter sobre o Haiti e por isso posicionou seu comandante do Comando do Sul, o general P.K. Keen, na ilha para supervisionar os esforços de ajuda, caso fosse necessário”.

Em relação ao objetivo de Washington com os testes, o relatório russo divulgado por Chávez afirmava também que “no resultado final dos testes dessas armas está o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos pensados para derrubar seu atual regime islâmico”.

Chávez afirma ainda que “o Departamento de Estado, Agência Americana de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o Comando Sul dos EUA começaram a invasão humanitária ao enviar pelo menos 10 mil soldados e empreiteiros para controlar o Haiti”. Desgraçadamente o mesmo roteiro macabro está ocorrendo agora na própria Venezuela com o aval do regime neoliberal entreguista que ascendeu após o sequestro de Maduro pelos EUA!

Nesse contexto, como falsa “ajuda humanitária” como denunciou Chávez no Haiti, as Forças Armadas dos Estados estão enviando mais de 1.700 militares para a Venezuela. Segundo a RT russa “As Forças Armadas dos EUA mobilizaram uma grande força dentro e ao redor da Venezuela para apoiar as operações de assistência, com mais de 900 militares dentro do país e cerca de 800 em centros caribenhos como Porto Rico e Curaçao, de acordo com o  General Francis Donovan, chefe do Comando Sul dos EUA”.

Donovan afirmou que as forças participaram de operações de busca e resgate, ajudaram a reabrir o aeroporto e mobilizaram recursos aéreos e navais para facilitar a entrada de ajuda humanitária após os terremotos devastadores da semana passada. Ele acrescentou ainda que foram enviados quatro ou cinco drones MQ-9 Reaper e uma célula para Miami para reforçar a inteligência. Ele observou que os militares dos EUA também implantaram pelo menos quatro ou cinco drones MQ-9 Reaper sobre a Venezuela, os quais, juntamente com uma célula de fusão de informações em Miami, estão reforçando o cenário de inteligência para as autoridades venezuelanas. "Estamos usando alguns dos mesmos recursos que usaríamos para monitorar ameaças em todo o hemisfério para, agora, garantir que as estradas estejam desobstruídas e saber onde estão localizados os prédios danificados", disse Donovan, acrescentando que algumas informações podem ser mais difíceis de serem percebidas pelas autoridades venezuelanas "no terreno".

Isso representa uma reviravolta notável para os militares dos EUA, que em 3 de janeiro realizaram uma operação para sequestrar o presidente venezuelano Nicolás Maduro. “O dia 3 de janeiro não está tão longe. Basta pensar em como essa relação evoluiu”, comentou Donovan.

Donovan indicou que os fuzileiros navais dos EUA foram os primeiros militares norte-americanos a chegar ao local, auxiliando as equipes de resgate na remoção de escombros para localizar sobreviventes. A operação como um todo acarreta uma carga logística significativa.

Os efeitos econômicos, políticos e sociais que o terremoto são enormes porém a única certeza é a de que a Venezuela ficará ainda mais vulnerável no marco da espoliação da economia nacional imposta pelo imperialismo ianque.

O fato de que as vítimas não foram avisadas, apesar de haver meios de sobra para isto, é apenas um primeiro aspecto que atesta como a tragédia que se seguiu ao terremoto é responsabilidade direta do imperialismo e seus agentes, se é que o fenômeno não foi provocado pelo próprio imperialismo e seu maquinário de guerra híbrida.

Os militares dos Estados Unidos desenvolveram capacidades avançadas que os permitem alterar seletivamente os padrões climáticos. A tecnologia, que foi inicialmente desenvolvida na década de 1990 sob o Programa de Pesquisa Auroral Ativa de Alta Frequência (HAARP), foi um apêndice da Iniciativa de Defesa Estratégica – ‘Guerra nas Estrelas’.  Do ponto de vista militar, o HAARP – que foi oficialmente abolido em 2014 – é uma arma de destruição em massa, operando a partir da atmosfera externa e capaz de desestabilizar os sistemas agrícolas e ecológicos em todo o mundo.

As instalações do HAARP no Alasca, sob os auspícios da Força Aérea dos EUA, têm a capacidade de desencadear tufões, terremotos, inundações e secas. A energia dirigida é uma tecnologia tão poderosa que poderia ser usada para aquecer a ionosfera e transformar o clima em uma arma de guerra. Imagine usar uma enchente para destruir uma cidade ou tornados para dizimar um exército que se aproxima no deserto.

Não esqueçamos que a Frota Russa do Norte indicou 2010 que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norte-americana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.

Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA avançaram muito o estudo das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético.

Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões. De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que: “Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas. A configuração de satélites permite gerar projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos). Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade. (Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km., Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km., Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km). O restante das réplicas ocorreu em profundidades próximas dos 10 km.

Desde o Blog da LBI denunciamos que os tremores foram provocados pelo Programa de Pesquisa em Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP). A sigla HAARP refere-se ao Programa de Pesquisa em Aurora Ativa de Alta Frequência, em tradução para o português. O projeto da Universidade de Alaska Fairbanks (UAF) estuda a ionosfera, uma camada da atmosfera terrestre que começa a cerca de 60 a 80 quilômetros de altitude e se estende por cerca de 500 quilômetros. Esse projeto é feito com um conjunto de 180 antenas ao longo de 33 hectares no Alasca, que transmitem ondas de rádio para aquecer elétrons na ionosfera, o que causa “pequenos distúrbios semelhantes às interações que ocorrem na natureza”.

É preciso impulsionar a constituição de comitês populares para gerir o socorro contra a tragédia, desde o controle da ajuda internacional até um programa de obras públicas, passando pela expropriação de todos os mercados e dos meios de produção, os meios de distribuição, transporte, saúde, todo aparato militar, veículos e máquinas estrangeiros, a organização da distribuição da ajuda. Portanto, todos os víveres, água potável, alimentos em geral devem passar a gestão da classe trabalhadora que desde já deve contar com a mais ampla solidariedade do proletariado mundial, fortalecendo a luta contra o governo Delcy Rodríguez.

O efeito combinado desses esforços entre a Casa Branca e a vassala Delcy será afundar ainda mais a Venezuela no controle e na exploração dos Estados Unidos. Para demonstrar esse ponto, é preciso olhar para os orquestradores dos últimos esforços de socorro dos Estados Unidos. São as mesmas forças que pilharam o Haiti desde o terremoto de 2010. No decorrer das próximas semanas, o Exército dos EUA e as ONGs internacionais repetirão a “Assistência” macabra que fizeram no Haiti como denunciou Chávez.

A LBI defende convocar uma imediata campanha com os eixos: “Fora o imperialismo ianque e suas tropas da Venezuela! Abaixo o governo entreguista neoliberal de Delcy Rodríguez! Toda solidariedade internacional da classe trabalhadora ao povo venezuelano!”