COM UMA SELEÇÃO ESCALADA PELAS CORPORAÇÕES FINANCEIRAS DO FUTEBOL EUROPEU: BRASIL É DESPACHADO PELA NORUEGA TENDO QUE PAGAR SALÁRIO DE 50 MILHÕES DE REAIS POR MÊS AO TÉCNICO ANCELOTTI
A Seleção Canarinha Brasileira, que efetivamente é escalada pelas grandes corporações financeiras do futebol europeu, se despediu da Copa do Mundo 2026, após ser derrotada para a Noruega nas oitavas de final do torneio mercantil da “MÁFIFA”.
Em uma partida onde o adversário foi superior na posse de
bola (chegando a 75% do controle de jogo no segundo tempo), o time comandado
pelo bilionário Carlo Ancelotti(salário mensal pago pela CBF de 9 milhões de
euros) desperdiçou suas principais chances de gol, chegando a perder um pênalti
muito mal batido, e viu os poucos acertos do time adversário serem mais
efetivos.
O Brasil permitiu que a Noruega ditasse o ritmo da partida
para jogar no contra-ataque, com um único atacante (Vinicius Júnior), mas a
estratégia não funcionou e foi embora para “casa”, ou melhor a grande maioria
dos jogadores voltará para a Europa.
Cinicamente em sua coletiva de imprensa após o jogo, o
“professor” Carlo afirmou que “O Brasil merecia ter vencido a partida” e que
espera “seguir trabalhando com a seleção por mais 4 anos”, obviamente recebendo
o maior salário mundial de um profissional do futebol, Ancelotti não deseja
largar a “boquinha de ouro” proporcionada pela CBF.
A exquerda lulopetista, um apêndice do capital financeiro,
logicamente não vê problema algum em nosso escrete canarinho ser dirigido
justamente por um representante das corporações futebolísticas internacionais,
e logo foi encontrar o seu “bode expiatório” para a eliminação da seleção na
figura do decadente Neymar Júnior. Acontece que o ex-craque jogou somente 45
minutos em toda a competição, sequer o tempo integral de uma única partida
(inclusive marcou o “gol de honra” contra a Noruega), obviamente não pode ser
responsabilizado pelo maior fiasco da seleção desde os 7x1 contra a Alemanha em
2014.
O futebol profissional é hoje um ramo do entretenimento comercial capitalista, e como a indústria cinematográfica movimenta bilhões de dólares por ano, já não pode ser mais considerado um mero esporte, porque envolve o investimento e lucro de grandes corporações financeiras internacionais. Esta medíocre Copa do Mundo da MÁFIFA nos EUA é a finalização de grandes negócios e a realização dos lucros das corporações imperialistas, o esporte em si mesmo fica no máximo em “terceiro plano”…
