sexta-feira, 10 de julho de 2026

O FASCISTA ERDOGAN ASSASSINA NA PRISÃO UM MILITANTE COMUNISTA: TURQUIA E SÍRIA FORMAM AGORA O “EIXO DA CONTRARREVOLUÇÃO” 

A Turquia, que atualmente sedia a Cúpula da OTAN, seja um regime reacionário, com características reais fascistas (muito mais além do que o fascismo institucional do ocidente), é comandada pelo reacionário “sultão” Erdogan, que mantém centenas de comunistas presos em cárceres imundos. Talvez, ao falarmos das condições nas prisões turcas, imaginemos corretamente condições extremamente severas. Mas é algo mais profundo, é a ciência da tortura e da desumanização, concebida para tentar destruir o espírito revolucionário e a própria existência física.

São prisões "semelhantes a fossos", celas minúsculas sem ventilação, com 23 horas de confinamento solitário, uma hora de pátio sem contato com qualquer outro ser humano, por anos a fio até a morte e a loucura.

Essas prisões são destinadas a presos políticos, especificamente comunistas na Turquia. Penitenciárias semelhantes são utilizadas pelo sionismo contra prisioneiros palestinos e pelos EUA contra prisioneiros revolucionários como Simón Trinidad. A ciência a serviço da tortura e da morte.

Atualmente dezenas de prisioneiros turcos da Frente Popular confrontaram essa política de extermínio com greves de fome extenuantes, que custaram a vida de dezenas deles. Em 6 de julho, o prisioneiro Comunista Gürkan Türkoğlu morreu após 268 dias de greve de fome, na sequência de sua hospitalização em 10 de abril e da alimentação forçada a que foi submetido, um ato de tortura segundo todas as convenções.

Sua morte é um assassinato, agravado pela tortura. 

Recep Erdogan, um verdadeiro fascista, aliado subterrâneo dos sionistas da OTAN e de Israel, forma atualmente uma aliança como o presidente terrorista sírio, constituindo o novo eixo da contrarrevolução. Ahmed, ex-falangista do Estado Islâmico, tomou o poder na Síria para bloquear em seu país um importante corredor logístico militar que abastecia armamento para guerrilha do Hezbollah no Líbano e também o Hamas na Faixa de Gaza.

Fornecidos pelo Irã e Iêmen, passava pela Síria, com o aval do então presidente nacionalista Bashar Assad, armamento estratégico para alimentar o Eixo da Resistência. Porém com a queda de Assad, o que está surgindo neste momento é o eixo do nazifascismo, com a Turquia, Israel e a Síria no comando.