EXISTE UM MOTIVO ECONÔMICO PARA LULA SER A OPÇÃO PREFERENCIAL DO CAPITAL FINANCEIRO: O BRASIL É O PAÍS DO G20 QUE MAIS PAGA JUROS AO RENTISMO
Existe uma razão econômica bem concreta para que à candidatura do pelego Lula da Silva seja a opção preferencial da Governança Global do Capital Financeiro nestas eleições. Muito mais além do “lero-lero” de toda a exquerda reformista que aderiu a colaboração de classes para supostamente “derrotar a extrema direita”, o Brasil é o país que mais destina recursos estatais para o pagamento de juros da dívida pública entre as principais economias capitalistas do mundo.
Dados oficiais do FSB (Financial Stability Board) compilados pelo próprio Banco Central, portanto insuspeitos de terem sido manipulados pela oposição Bolsonarista, mostram que o o governo neoliberal da Frente Ampla burguesa gastou 8,8% do PIB (Produto Interno Bruto) com juros em 2024, o maior percentual do G20.
Após Lula assumir a gerência estatal, no período entre 2023
a 2025, as despesas financeiras brasileiras com juros passaram de 5,8% para
8,8% do PIB. Alta de 3 pontos percentuais. Foi o 2º maior aumento entre os
países analisados, ultrapassando até o Canadá. O Brasil tem a 8ª maior dívida
bruta do G20, equivalente a 88% do PIB, dados coletados pela metodologia
utilizada pelo FSB, ja pelas contas do governo brasileiro, o percentual é de
81,1%, de acordo com os últimos dados do Banco Central. O governo neoliberal da
Frente Ampla remunera uma das dívidas mais caras do mundo. Segundo o relatório
internacional este elemento de extorsão ocorre porque o rentista exige um
“prêmio” elevado como compensação ao apoio dado a Lula.
Somente os tolos midiotas podem ser convencidos pela embromação política da exquerda reformista, de que à candidatura petista representa a “defesa da soberania e dos interesses nacionais”. Já passa da hora da vanguarda proletária desmoralizar o criminoso embuste do lulopetismo, denunciando sua gerência neoliberal como a genuína representante da extrema direita (Bolsonaro é apenas um marginal desqualificado para o rentismo), e da Governança Global do Capital Financeiro.
