quarta-feira, 4 de março de 2026

PROCURADORIA DA REPÚBLICA LULISTA ERA CONTRA A PRISÃO: “ARQUIVO VIVO” DO BANCO MASTER VIROU MORTO NA CELA DA POLÍCIA FEDERAL

Procurador Geral da República, homem de confiança de Lula e do Ministro Alexandre Moraes do STF, era contra a prisão do “Sicário”, arquivo vivo no caso do Banco Master. Porém de “arquivo vivo” virou morto na cela da PF. Entretanto Polícia Federal afirmou que foi suicídio, mas não detalhou o ocorrido, Luiz Phillipi Mourão teve morte cerebral e era quem coletava informações de Daniel Vorcaro. Mas porque será que o governo da Frente Ampla era contra a prisão do “Sicário”?

Paulo Gonet, um mero “office boy” dos togados golpistas do STF,  não quer “procurar” nada que envolva o presidente pelego na farra bilionária do mafioso Vorcaro. Mesmo diante da revelação das conversas obtidas no celular de Daniel, onde tece referências diretas a Lula. Se já nas gravações telefônicas o comprometimento do líder petista é imenso com o Banco Master, imaginem o que o “Sicário” poderia falar estando preso nas mãos da PF. Melhor solução parece ter sido a “Via Epstein”, suicidado em função da “Segurança Nacional”, ou melhor dizendo, “Segurança Eleitoral”.

O “circo de horrores” armado para calar para a eternidade a boca do “Sicário”, o que obviamente beneficiária principalmente o campo lulopetista, incluiu até uma guerra de versões sobre se o capanga de Vorcaro estaria vivo ou morto. Nas horas seguintes ao trágico ocorrido, surgiram informações conflitantes sobre o quadro clínico de “Sicário”.

Ainda na noite da última quarta-feira, como noticiou o Blog da LBI, a Polícia Federal informou que médicos do hospital teriam constatado morte cerebral do investigado. Pouco depois, entretanto, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais divulgou nota afirmando que o paciente permanecia internado vivo no Centro de Terapia Intensiva (CTI), sem confirmação de morte encefálica.

Na noite posterior, a defesa de “Sicário” apresentou uma terceira versão. O advogado Robson Lucas da Silva afirmou que o investigado continuava vivo. Como tratou-se claramente de um assassinato nos porões da PF, ao estilo Wlado Herzog, não nos estranha as diversas narrativas oficiais sobre a morte ou vida de um “defunto perigoso”, tanto para os corruptos togados do STF, assim como para os próceres bandidos do governo neoliberal da Frente Ampla.