SEDE NACIONAL DA CUT FECHADA: “DEFENDER O LEGADO DO ISOLAMENTO SOCIAL”
A executiva nacional da CUT acaba de realizar a segunda
reunião de sua instância diretiva desde que foi eleita no ano passado, a
justificativa dada para tão larga frequência (somente uma reunião por ano) foi
naturalmente a pandemia do coronavírus. Para a burocracia cutista, que mantém a
sede nacional e a maioria das sedes estaduais fechadas, não é hora de abrir
presencialmente as entidades sindicais “pelo medo da contaminação”, apesar da
classe trabalhadora, em seu conjunto quase absoluto (exceto os professores da
rede pública) estar no cotidiano físico em seus locais de produção e serviços.
Mas agora os burocratas sindicais conseguiram se superar na covardia e
imobilismo, passaram a “teorizar” sobre a quarentena como um estado permanente,
muito mais além das viroses sazonais, como o a do coronavírus. Para este
traidores descarados a questão não é somente se resguardar da “segunda onda”
com medidas preventivas, para eles “a onda” da paralisia deverá ser permanente,
vejamos em suas próprias palavras: “Defender o legado do isolamento social”,
passou a ser estratégico, obviamente para sua estratégia de colaboração de
classes!



















