sábado, 25 de abril de 2026

AS CORPORAÇÕES IMPERIALISTAS DA BIG PHARMA ESTÃO CORROMPENDO A CIÊNCIA MÉDICA: A EXQUERDA REFORMISTA É CÚMPLICE DESTE GENOCÍDIO 

Quando falamos de corrupção burguesa, presume-se que ela subtrai o patrimônio estatal, e isso é um mecanismo estrutural do capitalismo. Mas quando a corrupção chega à ciência médica, esse fator afeta a saúde pública de milhões de pessoas, que é considerada uma questão secundária em uma sociedade capitalista, onde o importante é o lucro. Há seis anos atrás vivenciamos a “Pandemia Covid”, onde foram vendidos a todas nações do planeta, cerca de 350 trilhões de dólares em insumos e medicamentos, entretanto ainda existem segmentos sociais, inclusive a totalidade da exquerda reformista, que acreditam cegamente nas “boas intenções” da Big Pharma.

A plataforma da empresa Disney está exibindo o filme "Dopesick", que trata do “surto” da proliferação de opioides nos Estados Unidos, que já causou a morte de meio milhão de pessoas. O caso da oxicodona mostra que não há diferença entre um traficante de drogas e uma grande empresa farmacêutica multinacional, exceto pelo fato de que, neste último caso, há o apoio de uma agência oficial do Estado norte-americano , o FDA, que endossa essa “onda” alimentada por drogas com falsos rótulos de "ciência" e "neutralidade".

Na ciência da medicina, nada está a salvo da corrupção, como se sabe há muitos anos. Onde o capital financeiro penetra, a ciência está ausente, mesmo que seja respaldada por “renomadas“ publicações, como “The Lancet”, ou por prestigiados doutores de Harvard. 

As revistas científicas são usadas como um “argumento de autoridade”, algo que, por definição, está fora do âmbito da ciência. O “prestígio” dessas publicações é tão corrupto quanto o mercado médico e farmacêutico. Estas são a apenas voz de seus patrocinadores ou seja, a indústria farmacêutica imperialista. Richard Horton, ex- editor-chefe do “The Lancet”, escreveu que “As revistas foram transformadas em operações de lavagem de informações para a indústria farmacêutica”.

Aqueles que aparecem aos olhos do público como “cientistas credenciados” trabalham para corporações multinacionais. Sua tarefa é fabricar “correntes de pensamento” com a ajuda do consórcio mundial da mídia corporativa. Essas “correntes de pensamento” levam a práticas capazes de enriquecer professores de medicina e seus respectivos departamentos, que se tornaram “arrecadadoras de fundos”. A vida e a saúde de milhões de pessoas no planeta inteiro está em jogo, mas no capitalismo, a doença é uma “grande bênção” para as corporações farmacêuticas imperialistas da Big Pharma.