quinta-feira, 23 de abril de 2026

DEPOIS DE ENTREGAR A “SERRA VERDE” PARA O IMPERIALISMO IANQUE: O VASSALO LULA DESCARTA A CRIAÇÃO DA “TERRABRAS”, PORQUE ATÉ DEMAGOGIA ELEITORAL TEM LIMITE… 

Após fazer a “doação” da mineradora “Serra Verde” para uma corporação do imperialismo ianque, o governo neoliberal burguês da Frente Ampla Lula decidiu não avançar com a proposta de criação da estatal “Terrabras”, que seria voltada à exploração de minerais raros e críticos.  Após uma reunião realizada no Palácio da Alvorada com a participação do presidente Lula e de diversos Ministros. Segundo relatos de integrantes do encontro palaciano, a avaliação predominante entre o lulopetismo é que a criação de uma nova “empresa pública” (na verdade não teria nada de pública) não é necessária neste momento e ainda poderia gerar entraves “regulatórios e fiscais”. Nesta senda privatista e entreguista do Governo Frente Populista de colaboração de classes, até mesmo a demagogia eleitoral de Lula ficou em segundo plano diante de sua vassalagem a Governança Global do Capital Financeiro.

A proposta de criação de uma nova estatal, a “Terrabras”, foi defendida até por setores do PT e da própria base do governo da Frente Ampla, aparecendo em dois projetos de lei, um de autoria do deputado Pedro Uczai (Líder do PT na Câmara dos Deputados), e outro do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

Entretanto, apesar dos “apelos” internos, o velho pelego Lula decidiu apoiar no Congresso Nacional um relatório elaborado pelas corporações imperialistas e apresentado formalmente no parlamento pelo deputado Arnaldo Jardim (Federação PSDB), que não prevê a criação de uma estatal para o setor. A proposta do ventrículo Jardim tem sido vista no interior do lulopetismo como uma alternativa mais alinhada ao “ambiente de investimentos”, leia-se mercado financeiro internacional, ao priorizar instrumentos de desregulação institucional e incentivos ao setor privado dos EUA para exploração de nossas riquezas naturais.