ORBÁN PERDE AS ELEIÇÕES NA HUNGRIA: DIREITA GLOBALISTA VENCEU A DIREITA SOBERANISTA
O Primeiro Ministro da Hungria, Viktor Orbán, está deixando a chefia do governo após 16 anos no cargo e será substituído por Peter Magyar, um reacionário otanista, ex-colega de partido. Magyar é um mero tecnocrata neoliberal, um fantoche direto da União Europeia, eleito para que a Hungria não possa mais vetar as medidas tomadas em Bruxelas, como por exemplo, investimentos militares e apoio político ao presidente ucraniano neonazista, Volodymyr Zelensky.
O direitista Magyar começou a desempenhar várias funções políticas no partido de Orbán sob a proteção de Judith Varga, com quem se casou e que se tornou Ministra da Justiça do governo Orbán. Depois de ocupar vários cargos no Parlamento Europeu em Bruxelas e em diversas agências estatais, Magyar retornou a Budapeste, onde sua ideologia globalista de direita ganhou força no mundo empresarial e financeiro.
Em 2024, Magyar ganhou notoriedade e se tornou uma figura conhecida dos húngaros após denunciar publicamente o governo de Orbán por perdoar um homem condenado por acobertar abuso sexual infantil, um caso escandaloso que acabou levando à renúncia de Varga. Judith Varga, de quem Magyar havia se separado no ano anterior, era então uma das principais figuras do partido Fidesz.
Magyar começou a desempenhar várias funções no partido de Orbán sob a proteção institucional de Judith, com quem se separou no ano anterior. O que começou como uma série de postagens polêmicas no Facebook rapidamente se transformou em um movimento político que Magyar chamou de Tisza (Respeito e Liberdade). Seu “passatempo” favorito na mídia corporativa é publicitar o anticomunismo que defende em todas as entrevistas e a sua lealdade inabalável a mafiosa Ursula von der Leyen, hoje a principal liderança da Governança Global do Capital Financeiro.
