quarta-feira, 29 de abril de 2026

SOLIDARIEDADE ATIVA AO DIRIGENTE DO PSTU, ZÉ MARIA! NAZISIONISTAS NÃO ADMITEM NEM OS QUE NÃO APOIAM A LUTA ARMADA DO HAMAS. MOBILIZAR O MOVIMENTO OPERÁRIO E POPULAR PARA DERROTAR A OFENSIVA DOS SUPREMACISTAS JUDEUS! 

O dirigente nacional do PSTU, José Maria de Almeida, foi condenado no último dia 28/04 por decisão arbitrária da 4ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo a 2 anos de prisão em regime aberto por em ato público condenar os ataques do enclave sionista ao povo palestino em Gaza. Trata-se de um grave ataque às já limitadas liberdades democráticas e a criminalização aos que defendem o povo palestino no Brasil. Desde a LBI, apesar de nossas profundas diferenças políticas e programáticas com a LIT e o PSTU, prestamos nossa solidariedade ativa a Zé Maria e repudiamos essa absurda sentença criminal! Convocamos o conjunto do movimento operário e popular a desatar uma campanha de luta internacionalista em defesa do companheiro alvo da sanha sionista! A decisão da “Justiça” burguesa brasileira demonstra a influência de Israel nas instituições do regime burguês e do Estado capitalista em nosso país, inclusive nas entranhas do governo burguês de Lula e na sua Polícia Federal parceira do Mossad.

Os Nazisionistas não admitem nem mesmo a solidariedade ao povo palestino daqueles que não defendem a luta armada do Hamas e da Jihad Islâmica, como é o caso de Zé Maria e do PSTU/LIT, que sempre criticaram os “métodos” da resistência armada palestina em Gaza! Os Morenistas são papagaios da política “pacifista” da esquerda Socialdemocrata mundial que se nega a apoiar as ações militares da resistência acusando-as de atos terroristas. Ocorre que a Palestina está sob ocupação e até pelas leis do direito internacional burguês tem legitimidade em atacar alvos militares sionistas. Vale lembra que o ataque do dia 07 de Outubro de 2023 foi justamente uma legítima ação militar para recuperar as terras palestinas roubadas por Israel, sendo os reféns capturados na ação prisioneiros de guerra.

A LIT não defende a vitória militar da Resistência Palestina, não se posta no campo de combate do Hamas, da Jihad e do Hezbollah para destruir o enclave sionista, enveredando pelo caminho reformista do pacifismo pequeno-burguês que preserva Israel ao criticar centralmente os “métodos terroristas do Hamas”, não colocando-se em sua trincheira de combate real na guerra em Gaza.

Desde a LBI defendemos que é necessário mobilizar o movimento operário e popular no Brasil e a nível internacional para derrotar a ofensiva dos supremacistas judeus contra o povo palestino e os apoiadores da justa luta de sua libertação nacional! Solidariedade ao companheiro Zé Maria! Todo apoio a resistência armada palestina!