BUROCRACIA CAPITALISTA CHINESA PRESSIONOU O IRÃ PARA UMA “RENDIÇÃO HONROSA”: XI JINPING ESTAVA SOMENTE PREOCUPADO COM OS “NEGÓCIOS”…
Três autoridades do regime nacionalista iraniano, que preferiram não se identificar por razões óbvias, teriam declarado a mídia corporativa que o governo “comunista” da China pressionou o país persa a chegar a um acordo de “cessar-fogo” com os EUA por razões comerciais. O Irã acabou concordando com um “cessar-fogo” de duas semanas e a retomada das negociações com a Casa Branca.
Questionado pela imprensa norte-americana sobre se a China havia desempenhado tal papel, o carniceiro Trump respondeu: "Ouvi dizer que sim. Sim, eles desempenharam". Logo em seguida, a Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, revelou que "A China fez seus próprios esforços nesse sentido". Embora não tenha confirmado diretamente a reportagem, Mao também não a negou completamente.
Segundo a própria confirmação de Trump e das insinuações de Mao, uma hipótese plausível é que não foram os EUA ou Israel que redigiram o primeiro rascunho do “acordo”, negado inicialmente por Teerã, mas sim a China. Ficou evidente supor que a China possa ter pressionado o Irã a fazer concessões aos EUA, principalmente porque teria sofrido enormes prejuízos econômicos caso o bufão Trump tivesse cumprido sua ameaça.
Somente a corrompida exquerda “briciana” poderia imaginar que a a burocracia capitalista da China tenha prometido intervir militarmente no conflito armado em apoio ao Irã, contra os EUA.
Nem mesmo para reincorporar a “ilha rebelde” de Taiwan, Xi
Jinping se atreve a desafiar o Pentágono, mais além das bravatas diplomáticas
realizadas no covil de bandidos da ONU.
Em resumo, o interesse político da China na guerra de agressão imperialista contra a nação persa sempre esteve concentrado em pressionar o Irã para uma “capitulação honrosa”, a burocracia capitalista, que ainda tem a “cara de pau” de reivindicar o socialismo, nunca forneceu algum tipo de apoio logístico, bélico ou mesmo de assessoria militar para a vitória do regime nacionalista burguês dos Aiatolás.
