domingo, 7 de julho de 2024

9 MESES DA GUERRA NA PALESTINA: RESISTÊNCIA ÁRABE VEM DERROTANDO O ENCLAVE TERRORISTA DE ISRAEL NO CAMPO DE BATALHA APESAR DO GENOCÍDIO EM GAZA! MARXISTAS LENINISTAS DA LBI NA TRINCHEIRA PELA VITÓRIA MILITAR DO HAMAS DESDE O PRIMEIRO DIA DE COMBATE! 

Completaram-se hoje (07/07) 9 meses de um implacável genocídio israelense em Gaza, que resultou na morte de mais de 38 mil palestinos e no ferimento de quase 200 mil pessoas, a maioria crianças e mulheres. Apesar do custo sem precedentes suportado pelo povo palestino, a sua resistência continua tão forte como sempre e a sua capacidade de combate militar não enfraqueceu, pelo contrário os grupos da resistência vem derrotando o enclave sionista desde que iniciaram o ataque a Israel em 07 de Oubutro, já são mais de 30 mil soldados sionistas entre mortos e incapacitados. Desde o Blog da LBI, a Voz da Resistência Palestina no Brasil, saudamos a heroica luta do povo palestino contra o enclave sionista e o imperialismo ianque! A firmeza de Gaza continua a surpreender o mundo com a sua incrível resiliência, apesar de todas as formas de opressão que tem enfrentado desde o início da brutal agressão sionista em função da espetacular ação militar comandada pelo Hamas há 9 meses atrás!

Tanto que desde a sexta-feira (05/07), várias operações importantes ocorreram, principalmente no bairro de Shejaiya, a leste da Cidade de Gaza, mas também no bairro de Tal Al-Sultan, em Rafah. As operações, que mataram e feriram um grande número de soldados israelenses, foram realizadas pelas Brigadas Al-Qassam, o braço militar do Hamas, e pelas Brigadas Al-Quds, o braço militar da Jihad Islâmica.  Em uma única operação, Al-Qassam disse que eles “eliminaram 10 soldados sionistas em uma operação complexa a leste da rua Al-Nazaz, no bairro de Shuja'iyya, na cidade de Gaza”. Embora o número de soldados israelenses mortos ou feridos na operação das Brigadas Al-Quds permaneça incerto, um vídeo que documenta a ousada operação sugere uma mudança nas táticas da Resistência. A Resistência passou de um estado de defesa para um estado de ataque!

É claro que o custo desta aventura militar terrorista israelense foi uma guerra genocida que matou e feriu quase 200 mil palestinos, cerca de 4% da população total da Faixa sitiada. No entanto, apesar da destruição maciça e dos numerosos massacres perpetrados desde o início da guerra, a Resistência continua, não só a resistir aos avanços militares israelenses, mas muitas vezes a forçar os militares sionistas a recuar completamente.

A crescente discórdia com os círculos dirigentes sionistas coincide com um aumento do número de mortos entre os soldados e oficiais israelenses abatidos na Faixa de Gaza e na frente norte, no Líbano. Assim como a partir de uma artificial população do enclave terrorista “insatisfeita” e que exige a recuperação dos prisioneiros detidos pela heroica Resistência Palestina.

A tarefa que se impõe nesta conjuntura de derrota das forças sionistas é ampliar a ofensiva da Nova Intifada, apesar do boicote dos governos burgueses ditos “progressistas” e da esquerda reformista que só faz “apelos afetivos” pelo fim dos bombardeios aéreos sionistas e pelo restabelecimento da “Paz”…

A LBI se coloca desde o primeiro dia de combate pela vitória militar para o Hamas, Jihad e Hezbollah para destruir o enclave sionista enquanto a esquerda reformista aderiu a política traidora de Abbas, o corrupto dirigente da ANP, na medida que esse arco proclama “Defender a Palestina” sem a defesa das organizações políticas que objetivamente levam o combate contra o enclave sionista assassino. Denunciamos que não basta clamar contra os bombardeios sionistas em Gaza, é imprescindível lutar de armas na mão pela vitória militar do Hamas, Jihad e Hezbollah, porque hoje a Palestina é o epicentro da revolução socialista no planeta!

Chegamos aos 9 meses da Guerra na Palestina denunciando vigorosamente que a esquerda reformista aderiu a orientação de se proclamar que “Defende a Palestina” sem de fato se colocar incondicionalmente no campo da defesa das organizações políticas que objetivamente levam o combate contra o enclave sionista assassino.

Várias correntes da esquerda do Brasil e a nível internacional, inclusive os revisionistas do Trotskysmo, que apoiaram a farsesca “Primavera Árabe” patrocinada pela OTAN e a CIA agora se dizem “defensores da Palestina” mas de fato estão juntas com Israel para derrubar neste momento os governos nacionalistas dos países que fornecem armas para o Hamas e o Hezbollah, como é o caso do Irã e da Síria!

Não por acaso a quase totalidade das correntes da chamada esquerda mundial adotaram a postura do pacifismo pequeno-burguês, reivindicando unicamente o fim do massacre, limitando-se a fazer apelos impotentes e piedosos pela paz no Oriente Médio e a exigir da ONU e dos governos capitalistas, cúmplices da sangrenta carnificina, para que pressionem Israel. Esta postura tem como objetivo esquivar-se para não se posicionar em meio à guerra pela vitória militar da resistência palestina!

Em função disso denunciamos que os países imperialistas e seus vassalos, como o Brasil de Lula, classificam o Hamas como “terrorista” porque desta forma a Autoridade Nacional Palestina (ANP) continua a ser o único “interlocutor apresentável”. O traidor Abbas é o único que se reúne com governos estrangeiros e mantém relações com o governo de Israel. Sobrevive politicamente não graças ao reconhecimento político do seu próprio povo, mas ao das grandes potências capitalistas que patrocinam sua cínica política de “paz dos cemitérios”.

Desgraçadamente a esquerda reformista segue como satélite dessa linha político-programático suicida. Esse arco no mundo inteiro vem defendendo uma política derrotista em relação ao heroico combate político e militar travado pela resistência palestina para a destruição do enclave sionista de Israel. Tal espectro faz apologia da “Defesa do Estado Palestino” e do “Fim do genocídio sionista”, sem mencionar sequer o fato de que estamos em uma guerra justa de libertação justamente pela conquista do Estado Soberano e pelo fim do genocídio sionista que foi iniciado em 1948 e não em 2023!

Para os cretinos reformistas viciados crônicos em eleições burguesas, o fato da resistência palestina pegar em armas para atacar os verdugos sionistas do gendarme de Israel, não deve ser sequer mencionado, seguem nas passeatas levantando as bandeiras da “Paz” e pelo “Fim do conflito militar”. A questão é que a tão almejada “Paz” e “Fim do genocídio” só poderão vir com a derrota militar do enclave terrorista, assim como o nazismo só deixou de massacrar os judeus proletários quando foi derrotado militarmente pela União Soviética!

O momento da guerra contra o enclave de Israel exige cobrir de apoio militar a heroica resistência palestina, exigindo dos governos nacionalistas e anti-imperialistas armas e homens para se juntar ao combate do Hamas e da Jihad. Portanto chega a ser cômico, se não fosse trágico a conduta covarde da esquerda reformista de pedir dos governos totalmente submissos ao imperialismo ianque, como Lula, que rompam relações com Israel…

Para impulsionar esse combate lançamos desde a LBI um chamado às correntes políticas revolucionárias e anti-imperialistas que se postam em defesa da Palestina para a organização imediata e concreta de brigadas internacionalistas para combater pela derrota do enclave terrorista de Israel!

Passados 9 meses da guerra reafirmamos que não serão nossas diferenças políticas com o Hamas, a Jihad e o Hezbollah que impedirão de nos somarmos a sua trincheira de luta contra o imperialismo e o sionismo! Somente nesse terreno comum de combate vivo e concreto poderemos impulsionar a luta consequente por um programa comunista e proletário entre as massas insurretas do Oriente Médio que se levantam heroicamente contra o jugo do sionismo e do imperialismo!