sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

EM DEFESA DO LENINISMO: A TAREFA CENTRAL DOS MARXISTAS REVOLUCIONÁRIOS EM NOSSOS DIAS É COMBATER A NOVA ORDEM CAPITALISTA DO FASCISMO SANITÁRIO APOIADA PELA ESQUERDA DOMESTICADA! 

Neste 21 de janeiro de 2022 completa-se 98 anos da morte de nosso grande chefe revolucionário. Nossa justa homenagem ao dirigente bolchevique ocorre em meio a pandemia de Covid-19 orquestrada pelo grande capital para atacar direitos e conquistas históricas do proletariado, sendo necessário reafirmar a defesa do Leninismo em nossos dias tirando lições preciosas de seu legado político e teórico no marco de uma realidade mundial trágica: a completa integração da esquerda domesticada a nova ordem mundial que vem se assentando no marco da ascensão do fascismo sanitário.

Como nos ensinou nosso chefe Bolchevique “A intenção impronunciável do capitalismo global é a destruição do Estado-nação e de suas instituições, o que causará pobreza mundial em uma escala sem precedentes”. Esta atualíssima citação de Lenin, datada de dezembro de 1915, no auge da Primeira Guerra Mundial, alerta para algumas das contradições que enfrentamos hoje. Não existe possibilidade de mediação para curso criminoso da dominação do rentismo global, as “inocentes” teses dos reformistas de “controlar e taxar” o fluxo do capital financeiro internacional, não passa de mais uma idiotice reacionária. Nesta etapa histórica não pode haver “meio termo”, ou seja, uma espécie de “capitalismo humanizado”, gerido pela esquerda Social Democrata mas baseado no “fascismo sanitário”. A disjuntiva colocada para a classe operária internacional, exatamente quando irrompe no cenário uma nova ordem mundial ainda mais reacionária e regressiva, não pode ser outra: Socialismo ou Barbárie como nos legaram nossos mestres Marxistas como Lenin!

Nossa melhor forma de homenagear Lenin neste ano é reafirmando que a Nova Ordem Mundial não conseguirá se implantar sem uma feroz resistência do proletariado mundial! A tarefa que se impõe aos que decidiram conscientemente “remar contra a poderosa correnteza”, honrando o legado de Marx, Lenin e Trotsky é impulsionar a contaminação do programa da revolução! Não nos converteremos jamais em garotos propaganda da Big Pharma, em nome de uma falsa “ciência” mercantil das corporações imperialistas! Abaixo a Nova Ordem Mundial da reação e seu “Centro Civilizatório” dos carniceiros ianques!

No seu livro Imperialismo, Lenin anos ensinou que toda crise sob o capitalismo, seja econômica ou política, torna-se uma ocasião para a centralização do capital. É justamente o caso da “crise sanitária” em curso. Por essa razão, alertamos mais uma vez que destes carniceiros e do Clube de Bilderberg ávidos pelo lucro, que hoje se concentram na venda de vacina pelos grande laboratórios da Big Pharma (um unguento milagroso graças a bondade destes "santos homens" milionários), só podemos esperar mais miséria, guerras e doenças. E ainda existem os parvos da esquerda revisionista que afirmam que o Coronavírus é um “acidente natural”... sendo uma teoria da conspiração nossa denúncia que ele foi modificado em laboratório para ser o "start" dessa nova ordem ainda mais reacionária!

A pandemia de Covid-19 e a crise econômica provocada pela doença fez com que mais 160 milhões passasem a viver em extrema pobreza em 2021, o que resultaria no primeiro aumento, desde 1998, da porcentagem da população mundial que vive nestas condições, segundo relatório da “insuspeita” ONU. Segundo reconhece esse "covil de bandidos" como qualificou Lenin, os capitalistas ligados ao rentismo do cassino financeiro, aos grandes laboratórios farmacêuticos, ao setor armamentista e de novas tecnologias de comércio-informação foram por sua vez os mais beneficiados no período. 

Ao mesmo tempo, o surto fabricado de covid-19 acentuou drasticamente as desigualdades sociais e aumenta a pobreza no mundo capitalista, seja nas metrópoles ou nas semicolônias.

Se em 2018 a proporção da população mundial vivendo em situação de extrema pobreza, com menos de US$ 1,90 por dia, era de 8,6% (cerca de 650 milhões de pessoas), até o fim deste ano de 2022 pode chegar a 8,8% segundo o covil de bandidos da ONU, cúmplice da farsa baseada no terror sanitário.

O relatório, que prevê um impacto muito mais duradouro da crise econômica do que a da sanitária, estima que quase 70 milhões de pessoas passaram a viver na pobreza extrema em 2020 e outras cerca de 60 milhões chegarão a esse patamar em 2022.

Registre-se que hoje a OMS é controlada efetivamente pela indústria farmacêutica, com crescente dependência de doadores privados como a Fundação Bill & Melinda Gates, doou mais US$ 150 milhões (aproximadamente R$ 785 milhões) destinados aos supostos combate à Covid-19, esse “filantrocapitalismo” não vem obviamente de graça. São interesses capitalistas que movem a agência da ONU para a saúde que gerencia a pandemia de Coronavírus.

A crise de superprodução capitalista e a pandemia do coronavírus deixaram esta nova realidade muito transparente nos EUA, com filas quilométricas de pessoas que não tinham como se alimentar sem a ajuda estatal e outros milhares que sequer tinham teto para se abrigar. A sociedade norte-americana é cada vez mais desigual.

Muitas vozes da esquerda reformista e revisionista estão embarcando na tese de que o mundo não será o mesmo após a Pandemia Coronavírus, tendo como principal impacto o ocaso do neoliberalismo ao conjunto da humanidade por provocar a destruição da capacidade dos estados, sendo formado um possível consenso supra-classista sobre o dano causado por esse modelo econômico na economia mesmo os mais ricos, em garantir a proteção social, sobretudo, a segurança sanitária da população mundial.

Em seu lugar surgiria modelo mais humanizado do capitalismo, sem a ação predatória do grande capital sobre os estados, permitindo o fortalecimento da estrutural estatal e de sua capacidade de intervenção, para fomentar e promover as condições socioeconômicas para reeditar, em escala mundial, o chamado Estado de bem-estar social.

A realidade, todavia, é bem distinta desta conjectura pueril, aponta no período pós-Coronavírus para um agravamento do endividamento dos estados aos agiotas rentistas e a intensificação do processo de acumulação e dominação do grande capital, o chamado “Clube de Bilderberg”.

Mesmo que os efeitos da crise sanitária, econômica e social tenham potencial de provocar grandes revoltas e instabilidade política em vários países, não há ameaças no terreno da luta de classes ao domínio da burguesia sem a existência de uma alternativa revolucionária.

A maior trava para isso é a existência de condições subjetivas devido a cristalização do retrocesso ideológico das massas, processo iniciado a partir com a queda contrarrevolução da URSS e dos países do Leste Europeu, assim como a traidora política de conciliação de classes dos partidos da esquerda reformista e revisionista que, não somente se vergarem ao julgo do capital, como se tornaram parceiros da burguesia na gerência do estado capitalista. Portanto, as perspectivas no pós-Pandemia do Coronarívus do ascenso do movimento de massas devem estar a construção de um partido revolucionário, referenciado no projeto do poder proletário.

Sem este cenário, ou seja, a potencialização de uma nova direção política para as massas como nos ensinou Lenin, será apenas uma “utopia reformista” constranger a burguesia a um ponto de que seja forçada uma inflexão similar a que ocorreu no pós-segunda guerra quando adotou a política de dar o anel para não perder o dedo, ao implantando o estado de bem-estar social para conter o risco do avanço da revolução socialista na Europa ocidental, inspirada na URSS.

A chamada política econômica neoliberal corresponde a uma necessidade do processo de produção e reprodução do capital, imprescindível ao desenvolvimento do capitalismo, ou seja, a contínua e crescente acumulação de capitais. Portanto o neoliberalismo corresponde a um modelo de gerência do estado capitalista, uma tecnologia que inexoravelmente seria edificada para a evolução da fase superior do capitalismo definida por Lenin, o imperialismo.

Essa “evolução” diz respeito a um distanciamento, funcional e identitário do imperialismo enquanto estado nação, e sua burguesia exercendo diretamente o poder sobre países e povos subjugados. Embora esse poder se mantenha formalmente, sobretudo, do ponto vista político e militar, o domínio imperial de fato é exercido pelos mercados através do rentismo, grupo de investidores globalizados, sem divisão por fronteiras entre os países capitalistas centrais.

Por fim registramos que a esquerda revisionista de conjunto em pleno século XXI deseja livrar-se do “peso” do legado político, teórico e organizativo do Chefe Bolchevique, atacado pela intelectualidade e a mídia como ultrapassado, autoritário, defensor de um regime militarizado de partido, governo e Estado, fundador da "falida" URSS.

Não celebraram Lenin em plena pandemia porque não reivindicam de fato, na prática, o seu grande legado: o Bolchevismo, entendido como um partido centralizado para liquidar a burguesia, conspirativo e opositor de classe da democracia burguesa.

Como essas correntes revisionistas estão profundamente adaptadas ao regime democratizante e a suas instituições nesta nova ordem mundial de governança global controlada pelo capital financeiro e a Big Pharma, não é simpático defender o centralismo de cima para baixo, a disciplina militante e uma política de denúncia implacável do reformismo, ou seja, tudo o que Lenin incorporou em vida até o último dos seus dias, combatendo o Menchevismo e todos os renegados!

Mesmo isolados politicamente estamos sabendo remar contra a maré da reação burguesa e do “vendaval oportunista” da esquerda domesticada e servil a OMS, mantendo-se firme da justa homenagem ao nosso grande Chefe em meio ao terror sanitário aplaudido pelos reformistas e revisionistas! Vida Longa a Lenin e ao Bolchevismo!