O NOVO “FÃ CLUBE” DA ESQUERDA DOMESTICADA: DEPOIS DE
APRESENTAR A OMS E A ONU COMO DEFENSORAS DA VIDA... AGORA VENDE O “CONTO” QUE
MARÍLIA MENDONÇA FOI PORTA-VOZ DA LUTA DAS MULHERES

O acidente que matou Marília Mendonça é uma fatalidade
própria do capitalismo, onde empresas, como a PEC Taxi Aéreo, lucram utilizando aviões
de terceira linha, velhos e ultrapassados, que acabam desgraçadamente ceifando vidas humanas. A aeronova que caiu em Minas Gerais tinha quase 40 anos, um táxi aéreo de baixo custo, usado pela
cantora para cobrir sua jornada de shows intensos agendados com a abertura para eventos públicos desde o início da pandemia, em uma dinâmica de apresentações diárias frenéticas, um verdadeiro caça níqueis realizado
com o propósito único de ganhar dinheiro, sem haver preocupação com qualidade,
o que acabou lhe levando a morte. A empresa teria instalação precária de macas e
cabeamento de oxigênio nos aviões, assim como problemas com a limpeza, além de
não respeitar as folgas dos pilotos.
Uma das denúncias, em especial se refere ao avião que caiu, é que estaria com problemas no pára-brisa, o que o deixaria embaçado,
prejudicando pousos e decolagens. Diante da morte da cantora e do clima de
comoção nacional fabricado pela mídia, o conjunto da esquerda domesticada
embarcou na campanha para idolatrar Marília Mendonça, apresentando-a de um dia
para outro com um símbolo da luta das mulheres. Seguindo os passos da Rede
Globo, que está dando ampla cobertura a sua morte, em uma
gigantesca operação midiática de distracionismo e manipulação da chamada
“opinião pública”, criando qualidades musicais e humanas da cantora de
“Sertanojo” que absolutamente não existiram na vida real, um arco que vai do
MTR até o PCdoB, passando obviamente pelo PT, PSOL e PSTU, segue como papagaio
a propaganda fantasiosa da grande mídia burguesa. A mesma esquerda midiota que defende
a pauta sanitária ditada pela Famiglia Marinho, apresentando a OMS e a ONU como
defensoras da vida e da ciência e não como agentes da Big Pharma e do
imperialismo, vem divulgando a imagem da cantora como uma ativa porta voz da
luta das mulheres, uma feminista atuante. Em ambos os casos se trata de uma
farsa completa! Essa mesma esquerda corrupta cinicamente acusa a LBI de supostamente
comemorar a morta da cantora, o que obviamente não fizemos. O que denunciamos
foi que ela era um instrumento do mercado para destruir e sepultar a música brasileira.
Todas os prêmios que ela recebeu foram verdadeiras “comendas” dadas pela mídia
corporativa voltadas para prestigiar a destruição da genuína música brasileira,
e inclusive para desmoralizar verdadeiro estilo sertanejo, como Pena Branca,
Renato Teixeira, Almir Sater, Tonico e Tinoco, Xavantinho e muito outros
compositores “cancelados” pela poderosa indústria do lixo cultural. Por fim, lembremos a inesquecível Inezita
Barroso, a primeira mulher cantora sertaneja que enriqueceu a música brasileira, mas nem
sequer é lembrada pela mídia corporativa e pela esquerda domesticada pela Famiglia
Marinho que agora não se cansa em derramar lágrimas por Marília Mendonça.
