sexta-feira, 19 de maio de 2023

450 DIAS DA GUERRA NA UCRÂNIA: MARXISTAS LENINISTAS ESTÃO NA LINHA DE FRENTE PELA DERROTA DO IMPERIALISMO IANQUE E DA OTAN!

Em 450 dias de confrontos, o Exército russo, junto com as forças das repúblicas de Donetsk e Lugansk, libertou completamente a República Popular de Lugansk e uma parte da república de Donetsk, bem como toda a região de Kherson, áreas de Zaporozhie junto do mar de Azov e uma parte da região de Carcóvia. Em 5 de outubro, em resultado de referendos nas regiões, as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk e regiões de Kherson e Zaporozhie integraram oficialmente à Federação da Rússia. Por serem inimigos frontais do imperialismo ianque, os Marxistas Leninistas não poderiam ficar “neutros” neste conflito militar direto entre a OTAN e uma nação visceralmente adversária da Casa Branca, estão na linha de frente pela derrota do imperialismo ianque e de seu governo fantoche na Ucrânia!

Desde agosto de 2022 entre tropas russas e ucranianas continuam lutas violentas pela cidade de Artyomovsk, ou Bakhmut, na denominação ucraniana. Artyomovsk se situa ainda na parte controlada por Kiev da República Popular de Donetsk e é um importante centro de transporte para suprimento das tropas ucranianas em Donbass. Em abril de 2023, o Ministério da Defesa russo tem relatado avanços na área, afirmando que as tropas russas já controlam de 80% a 90% da cidade.

Além disso, recentemente, tanto em Kiev como na mídia ocidental, surgem relatos da "iminente contraofensiva" do Exército ucraniano, que pode começar, segundo o ministro da Defesa ucraniano, Aleksei Reznikov, quando o período da lama da primavera europeia terminar. O Kremlin observa, por sua parte, que quaisquer declarações sobre o planejado contra-ataque são cuidadosamente monitoradas e levadas em conta no planejamento.

O imperialismo na época ignorou as propostas de Moscou de formar um espaço de segurança comum na Europa e impedir o avanço da Organização do Tratado do Atlântico Norte para as fronteiras com o gigante eurasiano, que via nisso uma ameaça direta à sua segurança nacional.