quinta-feira, 28 de maio de 2020

DIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA SAÚDE DA MULHER TRABALHADORA: COMBATER O CORONAVÍRUS E O CAPITALISMO! PELA ESTATIZAÇÃO DE TODA REDE MÉDICO-HOSPITALAR PARA ATENDIMENTO CLÍNICO UNIVERSAL!


Hoje celebramos o dia internacional de luta pela saúde da mulher trabalhadora em meio a Pandemia do Coronavírus. Muitas mulheres trabalhadoras adoecem e o sistema de saúde pública não tem a menor capacidade de tratar todos os pacientes simultaneamente, seja aqui no Brasil semincolonial onde não há sequer saneamento básico e água potável para a população ou nas “metrópoles” capitalistas que tem a maioria dos serviços sociais restritos. Até agora a OMS só promete uma futura vacina em alguns anos e o “isolamento social” é o único tratamento clínico receitado para milhões de infectados no mundo inteiro. Nenhuma cobrança por hospitais de qualidade, nenhuma cobrança por diagnósticos precisos com equipamentos adequados para o diagnóstico (tomografias), nenhuma cobrança por atendimento clínico universal, e por fim nenhuma pesquisa científica para a utilização de medicamentos para o tratamento de milhões de pessoas que já estão acometidas com o vírus. Por sua vez, entre os trabalhadores do SUS, cuja maioria são mulheres o clima também é de inquietação, insalubridade e precarização. O aumento do numero de casos de Covid-19 tem levando ao colapso do sistema de saúde brasileiro e expondo as condições precárias de atendimento e de trabalho que os trabalhadores da saúde. O SUS somado aos hospitais privados não tem condições físicas e de recursos humanos para atender todas as pessoas infectadas. Estamos vivendo um surto sanitário e epidemiológico o qual nenhum Estado capitalista (central ou periférico) está à altura da resolução minimamente digna para a humanidade devido ao colapso do sistema público de saúde. Somente a luta direta dos trabalhadores pode impor que se destine recursos estatais somente para a rede pública de saúde, estatizando os “shoppings” hospitais e fechando imediatamente as empresas de “planos e seguros” de saúde privada. Esse padrão de medicina é diametralmente oposto ao praticado nos países capitalistas fundado no modelo que visa não evitar, mas “curar” (ou mesmo prolongar) doenças a partir de utilização medicamentos, beneficiando assim a poderosíssima transnacional indústria dos laboratórios farmacêuticos. Somente com o fim da saúde privada, dos planos de saúde pagos e com a completa estatização de todo o setor (clínicas, laboratórios, hospitais e indústria farmacêutica) sob o controle dos organismos de poder dos trabalhadores, associada a uma nova concepção de medicina preventiva e humanizada pode atender as demandas da população explorada, contribuindo por uma vida com bem-estar físico e mental, condições impossíveis de serem alcançados pelo capitalismo doente e senil que arrasta a humanidade para a barbárie! Os Marxistas Leninistas levantam diante da grave crise mundial uma plataforma concreta de ação política para a mobilização do proletariado internacional, este programa não poderia ser outro a não ser o genuíno Programa de Transição Trotskista, única ferramenta revolucionária das massas para derrotar a sinistra pandemia do Coronavírus, o que passa pela  estatização de todo o setor de saúde e alocamento massivo de verbas públicas para os hospitais sem qualquer restrição orçamentária e de tetos. Construção imediata e emergencial de mil novas unidades médicas de atendimento em cada país. Fabricação de ventiladores pulmonares sob um regime de expropriação de indústrias do setor ou similares. Em resumo, faz-se necessário a planificação da economia a fim de colocar toda a produção industrial do país sob o controle da classe operária no curso da luta pelo  poder estatal para o proletariado através da Revolução Socialista!