sábado, 18 de junho de 2022

BIDEN, COM O APOIO DA ESQUERDA DOMESTICADA TUPINIQUIM, QUER USAR A MORTE DE DOM E BRUNO PARA AUMENTAR SUA INTERVENÇÃO NO PAÍS: FORA O IMPERIALISMO IANQUE DA AMAZÔNIA! 

Nesta última sexta-feira (17/06), a porta-voz da diplomacia imperialista ianque, Ned Price, apresentou a posição do governo Democrata Biden sobre o assassinato do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo. Price afirmou “que os dois foram assassinados por apoiar a conservação da floresta tropical e dos povos nativos”. Além disso, o governo norte-americano “pediu justiça pelo assassinato da dupla”. A histórica genocida Casa Branca cinicamente declarou: “Fazemos um apelo à prestação de contas e justiça: devemos fortalecer coletivamente os esforços para proteger os defensores ambientais e os jornalistas”. A esquerda domesticada tupiniquim, obviamente entrou em “orgasmo político” com as declarações do carniceiro senil imperialista, para esta malta de reformistas Biden é um aliado fiel em sua peleja eleitoral para tirar Bolsonaro da gerência do Planalto no final do ano. Com o apoio oficial do Departamento de Estado dos EUA, o TSE “decretou” a segurança das urnas “robotrônicas”, tudo para facilitar a vitória em outubro do governo da Frente Ampla burguesa, encabeçada por Lula&Alckmin. Obviamente que quanto maior o desgaste político de Bolsonaro menor será a necessidade de fraudar o sistema da totalização eletrônica, que não não comporta nenhum tipo de aferição ou posterior auditagem. E para bater o “último prego no caixão” do neofascista, nada melhor do que colocar no colo de Bolsonaro a responsabilidade do assassinato da dupla de supostos “mártires da Amazônia”.

A esquerda reformista chegou ao disparate de comparar a figura do seringueiro comunista Chico Mendes, com a do jornalista britânico, correspondente no Brasil da mídia corporativa imperialista. Agora essa escória domesticada pelo capital financeiro internacional, clama cretinamente para que o governo dos EUA puna o governo Bolsonaro por não “proteger a Amazônia”, convocando o imperialismo para essa tarefa de “proteção das nossas matas”…

Como já denunciamos em nosso Blog da LBI, a morte da dupla que adentrava a região do Javari, foi parte de uma crônica anunciada, previamente roterizada pelos organismos de inteligência dos EUA, que monitoram essa pedaço de terra amazônico com atenção redobrada, por razões econômicas e políticas. É de lá que parte grande quantidade de cocaína para o México, passando pelo litoral norte, até chegar aos EUA. Somente ingênuos podem crer que o tráfico internacional da pasta da coca é feito por “simplórios camponeses” que trabalham miseravelmente na região, toda a operação de grande envergadura econômica é operada pela própria CIA, que vende o “produto“ para os cartéis mexicanos, para que depois uma parte da carga seja apreendida pelo FBI já no interior do território ianque.

Também na região da mata fechada do Javari, fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, concentram-se os remanescentes do grupo guerrilheiro peruano  “Sendeiro Vermelho” e bases militares do ELN colombiano. A CIA monitora essas organizações  “noite e dia”, e sempre que possível impõe severas baixas aos quadros dirigentes guerrilheiros. Por isso a anunciada incursão de Dom e Bruno na região já era de farto conhecimento da Agência ianque, colocar “a arma na mão” de camponeses pobres para liquidar a dupla era uma tarefa das mais fáceis, afinal os dois eram antipatizados tanto por pequenos comerciantes e produtores locais, como por bandos de madeireiros e garimpeiros que exploram ilegalmente os recursos da floresta. Preparar o assassinato de Dom e Bruno, foi como montar um cenário para uma película do “drama amazônico”, rodado em um estúdio externo de Hollywood. Para finalizar a tragédia, era só prender e torturar pobres habitantes da região, levando dessa forma a uma rápida confissão de culpa, com um “gran finale” de responsabilizar Bolsonaro pela “omissão e desprezo” pela morte dos “heróis internacionais”.

Colocando Bolsonaro como o “pária da natureza” e uma uma ameaça global ao “meio ambiente”, fecha-se o cerco mundial para à reeleição do neofascista, abrindo o tapete vermelho dos governos imperialistas para apoiar vigorosamente o retorno triunfante do Lulopetismo, agora com um tempero tucano da Opus Dei. A esquerda reformista corrupta até a medula enxerga a volta do governo da Frente Popular com uma “janela de bons negócios”, utilizando eleitoralmente as mazelas da intensa crise capitalista como obra do “malvado Bolsonaro”. Como essa corja reformista perdeu há muito tempo qualquer traço tênue de anti-imperialismo, saúda com entusiamo o apoio da Casa Branca a “causa amazônica”, obviamente sem qualquer denúncia dos reais interesses do imperialismo ianque nessa questão, por sinal “causa” também abraçada freneticamente pela liderança da mídia corporativa nacional, ou seja a famiglia Marinho. Em resumo podemos afirmar categoricamente que a morte da dupla de “desbravadores”, que logicamente deve ser repudiada pelos Marxistas Leninistas, põem em marcha uma operação de grande envergadura pelo controle estratégico da Amazônia pelo imperialismo, devemos ter esse foco para o combate revolucionário do proletariado brasileiro  e não nos perdermos em uma demagogia eleitoral barata da Frente Popular de colaboração de classes.