sábado, 11 de novembro de 2023

ESQUERDA REFORMISTA ADERIU A POLÍTICA TRAIDORA DE ABBAS: “DEFENDER A PALESTINA” SEM A DEFESA DAS ORGANIZAÇÕES QUE OBJETIVAMENTE LEVAM O COMBATE CONTRA O ENCLAVE SIONISTA

APRESENTAÇÃO:

A Editora Nova Antídoto publica o livro “A Nova Intifada como epicentro da revolução socialista mundial: Vitória militar para o Hamas, Jihad e Hezbollah para destruir o enclave sionista!”, uma coletânea de artigos elaborados pela LBI no calor da Guerra na Palestina. Nessa publicação pontuamos que a esquerda reformista aderiu a política traidora de Abbas, o corrupto dirigente da ANP, na medida que esse arco proclama “Defender a Palestina” sem a defesa das organizações políticas que objetivamente levam o combate contra o enclave sionista assassino. No sentido oposto, denunciamos que não basta clamar contra os bombardeios sionistas em Gaza, é imprescindível lutar de armas na mão pela vitória militar do Hamas, Jihad e Hezbollah, porque hoje a Palestina é o epicentro da revolução socialista no planeta!

Vários capítulos do livro estão dedicados as polêmicas com organizações políticas da esquerda do Brasil e a nível internacional, inclusive os revisionistas do Trotskysmo, que apoiaram a farsesca “Primavera Árabe” patrocinada pela OTAN e a CIA mas agora se dizem “defensores da Palestina”. Alertamos que somente em um mundo imaginário fora da luta de classes pode-se apoiar a resistência palestina estando junto com Israel para derrubar neste momento os governos nacionalistas dos países que fornecem armas para o Hamas e o Hezbollah, como é o caso do Irã e da Síria!

Por seu turno, o livro condensa o esforço da LBI ao fazer a mais ampla cobertura da esquerda trotskista mundial da Guerra na Palestina! Como uma organização militante revolucionária que se proclame como tal não poderíamos nos limitar a fazer uma cobertura “jornalística” dos fatos para meramente constatar o genocídio que vem sendo perpetrado pelas forças nazi-sionistas. É o que faz a quase totalidade das correntes da chamada esquerda mundial. Adotaram a postura do pacifismo pequeno-burguês, reivindicando unicamente o fim do massacre, limitando-se a fazer apelos impotentes e piedosos pela paz no Oriente Médio e a exigir da ONU e dos governos capitalistas, cúmplices da sangrenta carnificina, para que pressionem Israel. Esta postura tem como objetivo esquivar-se para não se posicionar em meio à guerra pela vitória militar da resistência palestina.

Denunciamos que os países imperialistas e seus vassalos, como o Brasil de Lula, classificam o Hamas como “terrorista” porque desta forma a Autoridade Nacioanal Palestina (ANP) continua a ser o único “interlocutor apresentável”. O traidor Abbas é o único que se reúne com governos estrangeiros e mantém relações com o governo de Israel. Sobrevive politicamente não graças ao reconhecimento político do seu próprio povo, mas ao das grandes potências capitalistas que patrocinam sua cínica política de “paz dos cemitérios”.

Desgraçadamente a esquerda reformista segue como satélite dessa linha político-programático suicida. Esse arco no mundo inteiro vem defendendo uma política derrotista em relação ao heroico combate político e militar travado pela resistência palestina para a destruição do enclave sionista de Israel. Tal espectro faz apologia da “Defesa do Estado Palestino” e do “Fim do genocídio sionista”, sem mencionar sequer o fato de que estamos em uma guerra justa de libertação justamente pela conquista do Estado Soberano e pelo fim do genocídio sionista que foi iniciado em 1948 e não em 2023!

Para os cretinos reformistas viciados crônicos em eleições burguesas, o fato da resistência palestina pegar em armas para atacar os verdugos sionistas do gendarme de Israel, não deve ser sequer mencionado, seguem nas passeatas levantando as bandeiras da “Paz” e pelo “Fim do conflito militar”. A questão é que a tão almejada “Paz” e “Fim do genocídio” só poderão vir com a derrota militar do enclave terrorista, assim como o nazismo só deixou de massacrar os judeus proletários quando foi derrotado militarmente pela União Soviética!

O momento da guerra contra o enclave de Israel exige cobrir de apoio militar a heroica resistência palestina, exigindo dos governos nacionalistas e anti-imperialistas armas e homens para se juntar ao combate do Hamas e da Jihad. Portanto chega a ser cômico, se não fosse trágico a conduta covarde da esquerda reformista de pedir dos governos totalmente submissos ao imperialismo ianque, como Lula e Fernández, que rompam relações com Israel…

Para impulsionar esse combate a LBI lançou um chamado às correntes políticas revolucionárias e anti-imperialistas que se postam em defesa da Palestina para a organização imediata e concreta de brigadas internacionalistas para combater pela derrota do enclave terrorista de Israel! Não serão nossas diferenças políticas com o Hamas, a Jihad e o Hezbollah que impedirão de nos somarmos a sua trincheira de luta contra o imperialismo e o sionismo! Somente nesse terreno comum de combate vivo e concreto poderemos impulsionar a luta consequente por um programa comunista e proletário entre as massas insurretas do Oriente Médio que se levantam heroicamente contra o jugo do sionismo e do imperialismo, inclusive exigindo dos governos da região a romperem os acordos comerciais e econômicos com os EUA e Israel.

Diante de todo esse cenário dramático da justa guerra de libertação nacional na Palestina lançamos o livro “A Nova Intifada como epicentro da revolução socialista mundial: Vitória militar para o Hamas, Jihad e Hezbollah para destruir o enclave sionista!” como parte do combate real e militante pela derrota do enclave terrorista de Israel, como uma demonstração concreta da necessária e imprescindível unidade de ação contra o imperialismo e o sionismo como nos ensinou o fundador do Exército Vermelho, Leon Trotsky!

OS EDITORES

NOVEMBRO 2023