quinta-feira, 9 de setembro de 2021

VACINA EXPERIMENTAL QUE NÃO IMUNIZA: A SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ JÁ É UM EFEITO COLATERAL RECONHECIDO OFICIALMENTE PELA ASTRAZENECA 

Ontem (08/09), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) listou oficialmente a síndrome de Guillain-Barré como um efeito colateral da “vacina” contra o coronavírus elaborada pelo laboratório AstraZeneca. É uma grave doença neurológica em que o sistema imunológico do paciente ataca seus nervos periféricos. O reconhecimento oficial dos sérios danos causados pelo fármaco da AstraZeneca só ocorreu após a constatação de milhares de casos que aconteceram ao redor dos países que compraram a vacina da corporação inglesa. De acordo com a EMA, até 31 de julho foram registrados 833 casos dessa síndrome neurológica em toda Europa. Obviamente que no Brasil, onde o Ministério da Saúde e os governos estaduais gerenciam as verbas públicas da saúde (sob as ordens diretas da Big Pharma&OMS), a mídia corporativa e suas agências proibiram a divulgação dos casos ocorridos.

Na Europa, o Comitê de Avaliação de Risco de Farmacovigilância da EMA concluiu que uma relação causal entre Vaxzevria e a síndrome de Guillain-Barré é considerada pelo menos uma possibilidade bem razoável", disse o regulador europeu em um comunicado oficial.  "A síndrome de Guillain-Barré deve, portanto, ser adicionada às informações do medicamento como um efeito colateral" da vacina AstraZeneca, declarou o órgão sanitário regulador, com sede em Amsterdã na Holanda.

O efeito danoso à saúde provocado pela suposta “vacina” da  AstraZeneca ocorre na média em uma a cada 10.000 pessoas inoculadas. É um distúrbio dos nervos periféricos caracterizado por fraqueza ou paralisia progressiva, que geralmente começa nas pernas e às vezes progride para os músculos da respiração e depois para os nervos da cabeça e do pescoço.

A agência EMA recomenda que o aviso seja incluído nas informações do produto para educar os profissionais de saúde e as pessoas que recebem a vacina sobre os riscos. Na Europa a instituição sanitária também lembra aos pacientes que procurem atendimento médico imediato se desenvolverem fraqueza e paralisia nos membros. Em julho, o regulador também listou a Síndrome de Guillain-Barré como um efeito colateral da vacina Johnson & Johnson, que usa a mesma tecnologia da AstraZeneca.

As corporações farmacêuticas imperialistas “desculpam” dizendo que foram “muito poucos os casos, em proporção às vacinas inoculadas”.  Mas os afetados, que eram saudáveis ​​antes de serem vacinados, logicamente não pensam o mesmo. Por acumular cada vez mais efeitos adversos, a suposta “vacina AstraZenaca” está destinada a ser inoculada “gratuitamente” (forçando o endividamento dos Estados nacionais) em países do capitalismo periférico do chamado “Terceiro Mundo”, a fim de ver até onde vão suas consequências para a saúde nas populações mais pobres do planeta.